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Trupe da Kuki Clínica Veterinária
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Postado em 10 de Janeiro às 09h13

Preparação física dos cães

Dicas (21)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária Você sabia que os pets precisam se exercitar? Uma vida sedentária pode levá-lo a ter diversos problemas de saúde. O bom da prática do exercício dos cães é...
Você sabia que os pets precisam se exercitar? Uma vida sedentária pode levá-lo a ter diversos problemas de saúde. O bom da prática do exercício dos cães é que na maioria das vezes o dono precisa ser exercitar junto, ou seja, faz bem para a saúde dos dois. Você não faz nada com seu pet? Tudo bem, ainda é tempo de começar. Para que vocês dois não sintam muito, comece com caminhadas leves, perto da sua casa mesmo.
Escolha um horário que esteja mais fresco ou pelo menos que o sol não esteja tão forte. Lembre-se de que o cachorrinho vai colocar o pezinho direto no chão. Se o chão estiver quente, ele se queimará. Uma boa escolha é antes das 9 horas da manhã e depois das 4 horas da tarde. Vá aos poucos. Se o pet nunca se exercitou, nos primeiros dias faça passeios leves de 15 minutos apenas. Aos poucos vá subindo isso até que vocês consigam chegar a pelo menos meia hora por dia.
Você notará que além da condição física do animal e da saúde melhorarem, ele ficará mais calmo em casa, quem tem cães muito agitados ou tem mais tempo disponível, pode caminhar uma hora por dia tranquilamente, desde que o aumento do tempo e do ritmo sejam feitos aos poucos e que o cão não tenha nenhuma doença que impeça isso. Não sabe se o cão tem algo? Leve-o ao médico veterinário antes de intensificar os exercícios.
Cães que precisem de mais atividade física do que uma caminhada, podem ser levados à prática do agility ou fazer corridas longas com o dono. Isso é muito bom desde que as condições de saúde do cão sejam boas e seus limites sejam respeitados. Os resultados desse exercício mais intenso serão desenvolvimento da musculatura e os ossos e aumento da força.
Posso sair correr com meu pet hoje?
Seu pet tem algum problema de saúde? Se a resposta for sim, ligue para o médico veterinário que o acompanha e pergunte se você pode caminhar com o cão sem causar danos ao problema de saúde que ele já tem. Caso você não saiba se o pet tem ou não algo, vá a um médico veterinário para que ele seja examinado. Alguns problemas de articulação, por exemplo, se tornam um obstáculo a realização de exercícios mais pesados.
Cães com esse problema precisam ser acompanhados e provavelmente só poderão fazer caminhadas leves e brincadeiras com bolinhas, para não se prejudicarem. O pet foi liberado pelo médico veterinário? Ótimo! Vá aos poucos aumentando a intensidade dos exercícios, até que você consiga correr com ele. Respeite sempre os limites do cão e seus horários de dormir e se alimentar. Natação também pode ser um bom exercício, mas nunca deixe o cão sozinho na piscina. Ele precisa estar sempre acompanhado para evita acidentes. Se o cão for filhote, cuidado com o exercício feito.
Lembre-se de que ele está em desenvolvimento e atividades muito impactantes devem ser evitadas para não prejudicar a saúde animal. Seja qual for a escolha, lembre-se de fazer com que esse momento seja agradável não apenas para você, mas também para o seu pet.

Postado em 09 de Janeiro às 08h42

Cão idoso: 10 sinais de que a velhice chegou para seu pet

Notícias (15)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária Falha nos sentidos, diminuição da vivacidade e problemas urinários então entre os problemas decorrentes da velhice A velhice chega para todos, inclusive para os animais. Nesta...
Falha nos sentidos, diminuição da vivacidade e problemas urinários então entre os problemas decorrentes da velhice
A velhice chega para todos, inclusive para os animais. Nesta época da vida tudo fica mais difícil, afinal a energia e disposição diminuem, a visão e audição começam a falhar, doenças atingem mais facilmente, entre outros. E, para quem é dono de um cão idoso, é preciso ficar atento a essa mudanças para saber como cuidar do pet. 

No entanto, alguns donos podem se perguntar: como sei que meu cão envelheceu? A idade nem sempre é um bom medidor, pois as raças tem expectativas de vida diferentes. Então, um bom jeito de descobrir é notar os sinais que aparecem por causa da idade. Conhecê-los irá ajudar a entender seu  cão idoso e saber como proceder em relação aos cuidados.

1. Aparecimento de problemas urinários
Assim como acontece entre os humanos, a bexiga uma hora deixa de funcionar corretamente. Ela não consegue mais segurar a urina por muito tempo e é preciso ir ao banheiro com maior frequência. No entanto, no caso dos cães idosos, a situação fica ainda mais complicada, pois eles podem não conseguir segurar o xixi e acabar soltando-o dentro de casa. Não devemos brigar por isso e nem castigá-lo, apenas limpe o local quando o pet não estiver vendo. Os donos precisarão se acostumar com esta situação, porque ela possivelmente acontecerá mais vezes. 

2. Alterações na pele
O cães não ficam com a pele flácida e caída como os humanos, mas apresentam outros sinais na pele de que a velhice chegou. O mais comum são o aparecimentos de pelos brancos, calos nas patas e problemas nas almofadinhas. Fique atento a isto, pois deve ser relatado ao veterinário sempre que visitá-lo e assim descobrir se o cão precisa de tratamento. 
Veja também:  

3. Surgimento de cárie e tártaro
Qualquer dentição não tratada irá dar problema algum dia e o mesmo vale para os cães. É por isso que, ao longo da vida, os donos devem dar atenção à saúde bucal do pet. Procure limpar os dentes regularmente e de vez em quando oferecer snacks de higiene bucal. É bem importante cuidar dos dentes do animal, assim ele chega na velhice sem grandes problemas. 

4. Mudança de peso
Mudanças de peso na velhice é algo comum, pois o metabolismo funciona com menor potência e a disposição para gastar energia diminui. Mas, é imprescindível evitar a obesidade a todo o custo, uma vez que isso irá repercurtir no aparecimento de algumas doenças. Dessa forma, para tentar manter o peso ideal, é importante mudar a ração para uma sênior, que é focada nas necessidades de um cão idoso. Não se esqueça de consultar o veterinário e um vendedor de confiança antes de trocar a alimentação. 

5. Aparecimento de tumores
É difícil evitar o aparecimento de tumores, uma vez que é algo habitual em cães de idade avançada. Por este motivo é tão importante a visita regular ao veterinário. Apenas ele poderá dizer se o tumor é benigno ou maligno, indicando assim o tratamento adequado. Problemas como este devem ser tratados o mais rápido possível para evitar algo muito pior. 

6. Mal funcionamento dos sentidos
Dificuldades para ouvir e enxergar é bastante comum tanto nos humanos quanto nos cães. Em situações mais graves, podem até apresentar cegueira e surdez. Então, em idade avançada, os donos devem ter paciência e cuidar com mais carinho do pet. Nessa época, evite trocar os pertences do animal de lugar, assim ele não fica confuso ao andar pela casa. 

7. Desenvolvimento de doenças degenerativas
Dentre as doenças degenerativas que atingem os cães idosos, as mais comuns são displasia de quadril, displasia de cotovelo, artrose e osteoporose. Os tutores devem recorrer ao veterinário para saber como proceder e quais são os remédios certos. Além disso, é também importante oferecer um local confortável para relaxar e dar muito amor e carinho. 
Além dessas doenças, os cães também são suscetíveis a problemas neurodegenerativos, como o alzheimer. Tudo ficará mais difícil neste caso, pois o comportamento do animal muda radicalmente. Dessa forma, os cuidados precisam aumentar, assim como a paciência e o carinho.

8. Aumento do cansaço e sonolência
É comum que pets em idade avançada fiquem mais cansados e sonolentos, precisando de maior tempo de descanso. Deixe-o dormir tranquilamente para repor suas energias. Além disso, lembre-se de não forçar o animal a realizar exercícios, já que isso pode originar danos nos músculos e ossos. 

9. Mudança no caráter
Um cão idoso se torna muito mais carinhoso e amoroso. Por causa da diminuição na disposição, ele fica mais tranquilo e sereno, então o carinho pelo dono aumenta muito. É possível notar que o cão pedirá mais afago e suas lambidas ficarão mais delicadas. A energia e vivacidade pode ir embora, mas a felicidade permanece. 

10. Aumento da dependência
Por causa de todas as dificuldades trazidas pela velhice, a indepência de um cão jovem se esvai. O pet começa a ficar mais dependente da família em todos os sentidos, então deve-se apoiá-lo, dar muito amor e propor um lar com bastante conforto e segurança. 





Postado em 04 de Janeiro às 09h30

Cães tentam se comunicar com seres humanos, diz estudo

Gatos (17)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária Os cachorros tentam se comunicar com os seres humanos por meio de expressões faciais, de acordo com dados coletados em uma pesquisa conduzida por especialistas da Universidade de Portsmouth, no Reino...

Os cachorros tentam se comunicar com os seres humanos por meio de expressões faciais, de acordo com dados coletados em uma pesquisa conduzida por especialistas da Universidade de Portsmouth, no Reino Unido.


Os pesquisadores compararam qual a reação facial dos animais domésticos quando viam seres humanos que os alimentavam ou quando viam apenas sua ração. "Os cães não respondem com mais emoções faciais quando enxergam a comida. Eles produzem mais expressões quando querem se comunicar, e não só quando estão excitados", disse um porta-voz do estudo.

Juliane Kaminski, líder do time que conduziu a pesquisa, confirmou que a produção de expressões faciais nos cães "depende muito mais de quando um ser humano os olha do que quando são confrontados com algum alimento".
Segundo ela, "agora podemos ter certeza de que a expressão facial dos cães é sensível à atenção humana e que estas expressões são, potencialmente, uma tentativa de comunicação, e não apenas simples visualizações emotivas".
Os pesquisadores analisaram o comportamento de 24 animais domésticos, de raças diferentes, com idades entre um e 12 anos. As expressões dos cães foram filmadas em várias situações e mapeadas por um programa de inteligência que reconhece os músculos faciais.

Postado em 12 de Dezembro de 2017 às 09h29

Cachorro com medo de fogos de artifício

Dicas (21)Gatos (17)Cães (12)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária O medo de fogos de artifício é uma fobia muito comum nos cães. O réveillon é uma época temida por donos e cães. É normal que eles assustador o barulho alto...
O medo de fogos de artifício é uma fobia muito comum nos cães. O réveillon é uma época temida por donos e cães. É normal que eles assustador o barulho alto e repentino e o clarão que se forma no céu. Mesmo o cão mais confiante e equilibrado pode se assustar e ficar com medo de sons que não são familiares para ele. A boa notícia é que tem algumas coisas que você pode fazer para ajudar o seu cão a passar com mais tranquilidade por esse período de festas – e fogos.
 
 
Pratique com seu cão antes do ano-novo
 
Se você tiver algum tempinho antes da virada do ano, dessensibilize o seu cachorro. Ou seja, faça-o se acostumar com o som dos fogos de artifício. Siga esses passos:
 
. Coloque esse vídeo para seu cachorro ouvir o mais baixo possível algumas vezes por dia.
 
3. Associe o som dos fogos com algo que seu cão goste, por exemplo: petisco preferido, brinquedo, cafuné, escovação etc.
 
4. Comece a aumentar o volume do vídeo ao longo dos dias e continue a associar o som dos fogos com algo que seu cachorro goste, para que ele associe: barulho de fogos = coisa boa.
 
5. Se em algum momento o seu cachorro demonstrar algum sinal de medo, abaixe o volume até o ponto em que ele se sinta confortável.
 
6. Repita o quanto for necessário todos os dias até seu cachorro conseguir ouvir o som dos fogos bem alto sem ficar com medo.
Se você não teve tempo de praticar antes da virada do ano
 
Se você não teve tempo para preparar seu cão para o ano-novo, ou se a dessensibilização não eliminou o medo dele completamente, existem algumas coisas que você pode fazer para amenizar o medo do seu cão dos fogos. Essas dicas devem ser úteis para cães que tenham um nível médio/moderado de medo.
 
1. Durante a virada do ano, NÃO MUDE SEU COMPORTAMENTO. A maioria das pessoas tendem a mimar/acolher seus cães quando eles demonstram que estão com medo de fogos. As pessoas fazem mais carinho que o normal, abraçam, falam com os cães com voz doce. Em vez de ajudar a acabar com o medo, esse comportamento do dono reforça o medo no cão. Ele associa: medo = carinho.
 
2. Tente você mesmo não reagir aos fogos de artifício. Se você demonstra prontidão logo antes dos fogos, por conta do medo do seu cão, isso só irá piorar o que ele sente. Você acabará deixando-o ansioso. Sua linguagem corporal dizem para seu cão se ele precisa ficar com medo ou não.
 
3. Faça o possível para camuflar o som dos fogos. Ligue o rádio ou a TV, feche as janelas, ligue o ventilador e/ou o ar-condicionado,
 
4. Não force seu cão a nada. Se ele quiser se esconder embaixo da cama, deixe. Não o obrigue a fazer nada que ele não queira, pois isso pode acarretar em um aumento do medo e o cão pode se tornar um cão agressivo se sair de sua zona de conforto.
 
 
Para casos severos
Se seu cão fica aterrorizado com fogos de artifício, pode ser que nenhuma dica acima funcione para amenizar o medo dele. Se você acha que seu cão é um caso desses, converse com o veterinário, pois pode ser o caso de administrar uma medicação contra ansiedade ou algum sedativo que ajude seu cão a ficar mais calmo durante os fogos.
 
 
Ainda dá tempo de dessensibilizar seu cão e fazê-lo se acostumar com o barulho dos fogos da melhor forma possível. Você e seu cachorro vão passar a virada do ano muito mais tranquilos.
Truque do Pano: Proteja o seu Cachorro do Barulho feito pelos Fogos de Artifício
 
O nome do método é Tellington Touch. É sabido que animais que tem esse tipo de pavor também tem grande sensibilidade nas regiões traseiras, nas patas e nas orelhas. O método consiste em amarrar seu cachorro com uma faixa para estimular a circulação sanguínea nas regiões extremas do corpo e com isso reduzindo sua irritabilidade.
 
Veja como amarrar o seu cachorro. Tome cuidado para não apertar muito e não deixe o nó em cima da coluna:

A técnica funciona para muitos cães, porém quando o caso é extremo o cachorro precisa de medidas mais drásticas como medicamentos e calmantes. O ideal é dessensibilizar o cão na segunda metade do ano para acostumá-lo ao barulho dos fogos e fazer com que ele perca o medo, em vez de usar essa solução paleativa.
Cuidados importantes na hora dos fogos
 
– Não deixe seu cachorro acorrentado
– Não deixe seu cachorro sozinho
– Não abrace seu cachorro nem tente acalmá-lo pois você vai estar reforçando o medo dele
– Tranque o portão e fique atento pois seu cachorro pode tentar fugir