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Postado em 16 de Fevereiro de 2017 às 08h31

Anemia em cães

Cães (19)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária Você já ouviu falar na palavra anemia? Provavelmente sim, pois algumas crianças e adolescentes às vezes acabam tendo esse problema devido a uma doença ou...

Você já ouviu falar na palavra anemia? Provavelmente sim, pois algumas crianças e adolescentes às vezes acabam tendo esse problema devido a uma doença ou alimentação inadequada. Os pets também podem sofrer desse problema e as causas são as mais variadas.

Mas afinal, o que é a famosa anemia? O sangue tem os chamados glóbulos vermelhos, quando por algum motivo eles estão em número inferior ao normal, o pet ou a pessoa fica anêmica, ou seja, anemia é a diminuição dos glóbulos vermelhos no sangue.

Você provavelmente está se perguntando: “qual a função desses glóbulos vermelhos? Para que eles existem?” Eles participam ativamente das trocas gasosas do organismo, dentre outras funções. São produzidos na medula e para serem “fabricados” pelo organismo, precisam de diversas substâncias como minerais, ferro e vitaminas. Essas substâncias são ingeridas através de uma alimentação balanceada. Se o pet não for nutrido corretamente, elas poderão estar em falta e consequentemente levarão o bicho a ficar anêmico.

Porém, não é só causa nutricional que faz o pet adoecer. Há diversos fatores e inúmeras doenças que podem ter como um dos sinais clínicos a anemia. A desnutrição ou alimentação errada é apenas uma delas. Para evitar esse problema o proprietário precisa dar uma ração de qualidade para o animal, balanceada e de acordo com a idade dele. Caso tenha alguma dúvida, converse com o médico veterinário do seu bichinho.

Há também casos em que o animal sofre um trauma e acaba tendo hemorragia interna ou externa e perde muito sangue ou tem um tumor grande que leva a uma hemorragia e como consequência o pet fica anêmico. Esses casos são muito graves e, a maioria das vezes, o animal precisa de transfusão de sangue ou até procedimento cirúrgico para estancar a hemorragia. Depois disso, uma alimentação especial, suplementos vitamínicos entre outros.

Há também casos graves de infecções parasitárias, tanto causadas por parasitas internos quanto pelos externos como pulgas e carrapatos. Quando o tutor não vermífuga o animal corretamente ou não faz controle dos ectoparasitas, ele podem ter um quadro grave de anemia e até morrer! Por isso, é muito importante que a vermifugação seja feita corretamente, usando a dose indica pelo médico veterinário e fazendo as repetições necessárias.

Por fim, há também doenças que conseguem destruir essas células vermelhas. Esse é o caso da babesiose, causada pelo protozoário “babesia”, que é transmitido pelo carrapato. Dessa mesma maneira atua a erliquiose, que é causada pela "erliquia", presente em ectoparasitas e transmitidas ao cão. O animal começa a ficar apático, triste, sem fome, para de brincar e evita esforço. Esses sinais são os da doença, devido a fraqueza causada pela anemia. O tratamento não é simples e precisa ser iniciado o quanto antes. Muitos não sobrevivem e morrem. Quanto mais rápido o médico veterinário for procurado, maiores as chances de cura.

Para diagnosticar, o médico veterinário fará um exame completo no bichinho e examinará as mucosas da boca e olho, que ficam alteradas de cor quando o pet está anêmico. Depois disso, ele precisará descobrir o porquê dessa anemia e nesse caso poderá pedir exames de sangue e outros que se façam necessários.

Qualquer alteração de comportamento notada no cão é motivo para você correr com ele para o médico veterinário! Fique atento!


Postado em 14 de Fevereiro de 2017 às 08h13

Prevenção: vacina, vermífugo e antipulgas

Cães (19)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária A melhor maneira de evitar ao máximo que seu bichinho fique doente é a prevenção! Aplicar vacinas, antipulgas e vermífugos na frequência certa, oferece uma garantia maior...

A melhor maneira de evitar ao máximo que seu bichinho fique doente é a prevenção! Aplicar vacinas, antipulgas e vermífugos na frequência certa, oferece uma garantia maior de que seu amigo ficará saudável! Aqui vão algumas diquinhas para te deixar por dentro desse calendário de proteção à saúde do seu cachorro.

Então, vamos lá:

Vacinas
Essa é uma das armas mais importantes para a saúde seja dos animais ou mesmo dos seres humanos. A carteira de vacinação em dia sempre será sua melhor aliada no combate às doenças. Sem contar que, alguns lugares, principalmente hotéis pet friendly, exigem a carteira de vacinação em dia para permitir a hospedagem dos peludos.

Assim que essas bolinhas de pelos nascem, já com 45 dias de vida, eles devem começar a tomar as primeiras doses que devem ser administradas a cada 21 dias, nessa primeira “rodada” de vacinação.

São elas:

V10 – de três a quatro doses. (algumas raças como rottweiler e border collie são mais sensíveis, já que ocorre uma quebra de anticorpos maternos logo no primeiro mês, dessa forma, nessas raças são aplicadas quatro doses de v10)

– Raiva;

– Duas de gripe;

– Duas de giárdia.

Depois dessas primeiras doses, a prevenção funciona administrando as vacinas anualmente. Uma dose de cada uma dessas citadas por ano. Certo?

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Antipulgas
O que mais tem no mercado hoje em dia são métodos para prevenir seu cachorro contra pulgas, além dos carrapatos que oferecem um risco enorme!

Você pode optar por pipetas, comprimidos, coleiras e shampoos:

Pipetas: são as mais comuns por serem de fácil aplicação e nem um pouco incômodas para os bichinhos. A aplicação deve ser mensal e é muito eficaz contra diversos parasitas.

Coleiras: alguns donos não gostam do fato de o animal ter que ficar de coleira o tempo todo, já que alguns não estão acostumados, ou possuem muito pelo que podem embolar. Além disso, antigamente, essas coleiras eram conhecidas pelo cheiro horroroso que tinham! Mas a tecnologia está aí e hoje em dia é uma ótima ferramenta na prevenção dessas pragas. Apesar de serem mais caras, algumas duram até seis meses. Minha cachorrinha usa uma dessas e ela funciona de verdade! Pulgas e carrapatos nem chegam perto dela e a coleira é super segura e não tem cheiro nenhum. E como só tem que trocar a cada seis meses, é um sossego só!

Shampoos: esses produtos são usados mais para eliminar os parasitas que já estejam se aproveitando do seu cachorro. Como ele não deixa resíduos, não serve como arma de prevenção.

Comprimidos: em sua maioria, também devem ser administrados mensalmente e, se seu amigo não dá aquele trabalhão para tomar remédio, é uma medida também eficaz. Mas hoje você encontra medicamentos que servem muito mais do que como meros antipulgas. Vamos falar deles aqui em baixo, no tópico dos vermífugos.

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Vermífugos
Com 45 dias seu bebê cachorro já pode tomar o primeiro vermífugo. Ele toma uma dose e dali a 15 dias toma a segunda dose. Depois, a cada três meses deve-se repetir esse esquema para a prevenção.

Com o cachorro adulto, a frequência é igual a do filhote, mas o que acontece é que temos no mercado esses novos medicamentos que são super eficazes (como estávamos citando no tópico de cima). Eles servem tanto para a prevenção e combate a parasitas externos quanto parasitas internos, como vermes. Um exemplo é o Revolution, um medicamento que deve ser aplicado diretamente na pele e mantém seu animal seguro (no caso desse produto em específico, a aplicação deve ser mensal). Mas existem outras opções de comprimidos que precisam ser ingeridos apenas uma vez a cada três meses, não havendo a necessidade da repetição dali a 15 dias.

Bom, opções é que não faltam no mercado, basta achar aquela que seja mais eficaz e confortável para o seu animal.

Mas, importante: cada caso é um caso. Têm animais que ficam mais dentro de casa, outros vivem mais soltos, uns maiores, outros menores… tudo isso causa variação nas medicações e até mesmo nas frequências. Acima, fizemos uma lista genérica, mas é muito importante que seu amigo tenha acompanhamento veterinário para que ele indique quais são as formas mais indicadas para você e seu amigo seguirem sempre saudáveis!

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Postado em 09 de Fevereiro de 2017 às 08h25

Gatos podem tomar leite? A verdade sobre esse alimento

Gatos (20)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária É muito comum donos de gatos se perguntarem: gatos podem tomar leite? Isso porque vemos isso acontecendo em filmes e desenhos animados. E então? Não, gatos não podem tomar leite....

É muito comum donos de gatos se perguntarem: gatos podem tomar leite? Isso porque vemos isso acontecendo em filmes e desenhos animados. E então?

Não, gatos não podem tomar leite. Sim, eles gostam, é verdade. No entanto, apesar de não ser um produto tóxico, ele não é saudável para os felinos, podendo fazer com que desenvolvam diarréias e vômitos.

“Existem outros alimentos muito mais saudáveis para se oferecer. Não é porque gostam que eles podem tomar. Além disso, alguns gatos, assim como algumas pessoas, podem apresentar intolerância a lactose”, explica o médico veterinário José Mourino.

O ideal é que o gato coma apenas suas ração, por se tratar da forma mais balanceada de alimentação do felino.

“Se for o caso de criar uma dieta caseira, ela deve ser feita sob supervisão de um médico veterinário nutrólogo, visto que alguns alimentos podem causar intoxicações graves, como alguns peixes, uva e cebola”, explica a médica especialista em felinos Tatiani Camargo.

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O que fazer no caso de ingestão?
O recomendado no caso é ficar de olho para ver quais as reações do animal. Se ele vomitar ou tiver diarreia, deve ser levado imediatamente a um hospital veterinário.

“Caso a quantidade for pequena ou eles tomarem de forma esporádica, nada deve acontecer. Mas se houver muita quantidade ou eles tomarem com frequência, a dieta pode ficar desbalanceada. E sabemos que quanto melhor a dieta, mais saúde e longevidade”, comenta Mourino.

No caso de intolerantes, diarréias graves e perda de peso podem acontecer e muitas vezes evoluir para problemas crônicos.

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E se o gato sempre tomou leite? Nesse caso gatos podem tomar leite?
Uma das maiores questões na hora de pesquisar sobre se gatos podem tomar leite é sobre aqueles que já estão acostumados com o alimento.

Nesse caso, o melhor é ir diminuindo a quantidade aos poucos e substituindo por outros alimentos mais saudáveis.

Muitos produtos de consumo humanos podem ser tóxicos ou não. É necessário lembrar que o gato é um carnívoro e deve ter uma dieta muito diferente da nossa.


Postado em 07 de Fevereiro de 2017 às 07h43

5 comportamentos essenciais para ensinar para o filhote

Dicas (30)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária Quando trazemos um filhote para nossa casa, estamos trazendo ele ao nosso mundo e precisamos ensiná-lo a conseguir desenvolver habilidades necessárias para ter uma vida boa na nossa rotina corrida....

Quando trazemos um filhote para nossa casa, estamos trazendo ele ao nosso mundo e precisamos ensiná-lo a conseguir desenvolver habilidades necessárias para ter uma vida boa na nossa rotina corrida. A maneira como ensinamos nossos cães vai influenciar como esse filhote vai ser quando adulto, por isso eduque sempre de maneira positiva e não utilize punições.

Aqui vão 5 itens para você ter sucesso nessa jornada tão importante na sua vida e na vida do seu melhor amigo.

1- Manejo alimentar
O manejo alimentar é muito importante de se fazer com qualquer cão, mas se começar quando filhote é melhor ainda. Estipule um horário fixo para oferecer as refeições e sempre na quantidade recomendada pelo médico veterinário ou no verso da embalagem da ração. Nunca deixe ração à vontade para o seu filhote, isso não é nada saudável.

Todos sabemos os problemas que a obesidade pode gerar, como problemas nas articulações, no coração, fígado e rins sobrecarregados. Quando a ração fica disponível 24 horas por dia, o cão come um pouco e acaba salivando em cima da comida que ficou no pote e essa saliva vai servir como meio de cultura para proliferação de micro-organismos que podem fazer mal para o seu filhote. Além disso, ela fica exposta ao oxigênio e luz, começa a oxidar e a perder nutrientes e também pode atrair ratos e insetos. Evite que tudo isso aconteça e ofereça a quantidade correta, na hora certa. Converse com o seu veterinário sobre quantas refeições o seu filhote precisa fazer por dia.

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Ofereça a quantidade correta que o filhote precisa comer no período da manhã e espere 10 segundos. Se o filhote começar a comer antes dos 10 segundos, ótimo. Deixe ele terminar de comer e depois disso elogie e recompense ele com carinho. Se ele não comer, tire o pote de ração e só ofereça de novo na próxima refeição. Ou seja, você está dando a oportunidade para ele comer e ele escolheu não comer. Se ele começar a comer, parar e não quiser mais, tire o pote e jogue a ração fora. Lembra do que eu falei da saliva em cima da ração? Se o filhote não comer em alguma refeição, é importante que você não some as quantidades de refeição que ele não comeu e ofereça somente a quantidade certa por refeição. Então por exemplo, vamos supor que esse seu filhote coma 50 gramas de ração por refeição. Se ele não comeu agora os 50 gramas de ração, você vai dar a quantidade certa na próxima refeição, ou seja 50 gramas, e não a quantidade somada das refeições, os 50 gramas que ele não comeu na última refeição mais os 50 gramas da refeição atual, totalizando 100 gramas em uma única refeição.

2- Xixi e cocô no lugar certo
O segredo para ensinar o xixi e o cocô no lugar certo é conseguir eliminar totalmente as chances de erro e aumentar as chances de acerto. O primeiro passo é escolher onde vai ser o banheiro e o que você vai usar para o seu filhote fazer as necessidades. Normalmente as pessoas utilizam os tapetes higiênicos porque são mais absorventes e não deixam que o xixi vaze, diferente do jornal.

A escolha de onde vai ser o banheiro do filhote precisa ser muito bem pensada. É importante que seja em um local onde não tenha muita movimentação de pessoas, não seja muito próximo de portas, para não acontecer de abrir a porta em cima das necessidades e, também, por questões de higiene, que não seja muito próximo de onde o filhote faz as refeições e dorme. Os cães, assim como qualquer outro animal, não gostam de se alimentar e fazer as necessidades no mesmo local.

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É muito importante que o filhote só fique solto quando puder ser supervisionado e que você se lembre de levar ele ao banheiro. Caso contrário e você não consiga ficar 100% do tempo focado nele, você precisa deixar ele no cercadinho ou em algum lugar restrito com água, brinquedos, cama e os tapetes higiênicos para que ele acerte os xixis e os cocôs lá e não erre pela casa. Sempre que você levar o filhote para o banheiro ou ele fizer no local certo por vontade própria, elogie e recompense ele com um petisco ou com a própria ração.

3- O espaço do filhote
É importante que o filhote tenha um espaço para ele e que ele AME ficar nesse lugar. Faça alguns treinos para que ele aprenda a ir para a sua própria cama e valorize o momento que ele preferir ficar lá. Agrade bastante, dê petiscos e mostre que lá é realmente muito bom pra ele ficar.

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Seu filhote pode dormir com você, mas é importante que ele tenha seu próprio espaço para que ele crie sua independência, durma em sua própria cama e que ele tenha seu próprio lugar para quando quiser descansar.

Utilize camas confortáveis e aconchegantes, daquelas que até nós temos vontade de deitar, para deixar seu filhote mais relaxado e confortável!

4- Treinos
Ensine comandos como o senta, deita, deixa, solta, fica e vem para o seu filhote. Além de aumentar a conexão entre vocês, esses comandos vão ser super úteis na sua rotina.

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Por exemplo, pedir o senta para colocar a coleira, andar ao lado na hora do passeio, deitar enquanto você escova o pelo dele, ficar paradinho enquanto você abre a porta para uma visita, usar o comando vem quando você quiser chamar ele para fazer algo ou ir embora de algum lugar, o comando solta para ele aprender a soltar os brinquedos ou algo que pegou e não quer devolver, e o comando deixa, que é super importante para aqueles filhotes que ficam fixados em pegar alguns objetos como chinelos, sapatos ou algo que caia no chão na hora das suas refeições ou no passeio.

5- Socialização
A socialização é a parte mais importante no desenvolvimento do filhote. Se o filhote não for socializado ou for socializado de forma errada, esse cão vai se tornar um adulto que não sabe interagir com outras pessoas, animais e lugares diferentes, e o resultado disso vai depender muito de cada cão. Alguns cães podem ficar super excitados, ansiosos na presença de pessoas ou outros cães, ficar distraídos e sem foco, enquanto outros cães podem ficar super medrosos, reativos e inseguros.

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Ao contrário do que muita gente pensa, a socialização não é simplesmente levar o seu filhote para um parque, tirar a guia e deixar ele brincando com todos os cachorros possíveis. Ou então colocar ele em uma coleira e deixar ele cheirar e interagir com todo e qualquer cão que passe por vocês. Não é simplesmente expor. Ele precisa ter boas experiências com todas essas coisas novas. A socialização precisa ser feita pelo menos até 1 ano e meio de idade e não só com outros cães, mas também com outras espécies como gatos, passarinhos, cavalos e também com nós, humanos.

Sim, você também precisa socializar seu filhote com o máximo de pessoas possível. Faça ele ter muitas experiências boas com todas essas novidades, pois ele precisa amar conhecer gente nova, novos cachorros e novos lugares!

É importante ensinar ao filhote que existem cães e pessoas que não querem interagir com ele. Do mesmo jeito que você não sai cumprimentando todas as pessoas que encontra na rua, o seu cachorro também não precisa fazer isso. Simplesmente fique no mesmo ambiente que esses cães e faça uma associação positiva brincando, treinando ou fazendo algo que vá divertir o seu filhote.

Espero que tenham gostado!
Um abraço e até a próxima.