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Postado em 14 de Março às 08h24

Perigos do chocolate para nossos pets

Dicas (30)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária Você já deve ter ouvido falar que chocolate faz muito mal para os nossos pets, né? Mas você sabe o motivo de esse doce tão saboroso para nós ser tão perigoso para...

Você já deve ter ouvido falar que chocolate faz muito mal para os nossos pets, né? Mas você sabe o motivo de esse doce tão saboroso para nós ser tão perigoso para os nossos amigos? Especialmente nessa época de Páscoa, é muito comum tutores darem chocolate os seus bichinhos. “Ah, mas é só um pedacinho”. “Mas ele estava com tanta vontade”. Ou até mesmo aqueles pequenos ladrõezinhos que se aproveitam de momentos de distração para furtar um ovo de Páscoa que estava dando sopa. Pois nesse post vou te contar quais os perigos do chocolate e porque ele az tanto mal para os nossos pets.

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Composição do cacau – o grande vilão
Teobromina, esse é o nome do verdadeiro vilão! O organismo de humanos e animais funciona de forma muito diferente, por isso alguns alimentos são inofensivos para nós e altamente perigosos para os pets. A Teobromina não é metabolizada pelo organismo dos animais (como acontece em nós, humanos), ou seja, essa substância não é “quebrada”, o que faz com que se acumule no corpo do animal dificultando sua eliminação.
Parente da cafeína, a teobromina em grandes quantidades afeta o cérebro e o coração, podendo causar taquicardia, tremores, convulsão e pode sim levar o bichinho à morte. Para piorar a situação, além de não ser absorvido pelo organismo do pet, a Teobromina tem uma meia-vida de 17 horas, o que permite que essa substância fique agindo no sangue do animal por até 6 dias!!! Por esse motivo que o chocolate intoxica o animal.
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Perigos do chocolate para o meu pet
Além dos efeitos perigosos que o chocolate causa no organismo do bichinho, alguns dos sintomas que o animal pode apresentar caso esteja intoxicado são: vômitos, diarreia, ingestão de água a cima do normal, o animal urina mais, agitação excessiva. Esses são os sintomas que aparecem nas primeiras horas da intoxicação. Depois disso (dependo da quantidade de chocolate ingerido) o animal apresenta os sintomas mais graves citados no tópico anterior.
Vale a pena ressaltar que essas reações dependem da quantidade e do tipo de chocolates ingeridos e do tamanho do animal. Sendo assim, o chocolate branco, por exemplo, não possui cacau em sua composição. Já um chocolate meio amargo possui uma concentração bem maior desse fruto. Animais maiores precisam ingerir uma quantidade maior de chocolate para ficarem intoxicados, se comparados com animais de pequeno porte.
Porém isso não quer dizer que dar chocolate ao leite ou chocolate branco ao seu pet está permitido! Esse alimento possui uma quantidade altíssima de gordura que também faz mal ao animal. Ele não será intoxicado, mas terá vômitos e diarreias. Então, nada de chocolate para o bichinho.
Meu bichinho comeu chocolate sem eu perceber. E agora?
Bom, nós sabemos que esses peludos de quatro patas gostam mesmo é de burlar as regras, né? Ainda mais tratando-se de um alimento tão cheiroso quanto o chocolate. É muito comum acontecerem alguns furtos, principalmente nessa época de Páscoa. Sabendo dos perigos do chocolate, se isso acontecer, o mais indicado é levar o animal imediatamente ao veterinário, principalmente se ele presentar os sintomas já indicados.
O veterinário irá avaliar as condições clínicas do animal para saber o nível de intoxicação. Lavagem gástrica e soro para hidratação serão realizados. Dependendo da gravidade, a internação será recomendada para manter o animal em observação até que tenham a certeza de que todo o produto tóxico tenha sido eliminado do organismo do bichinho.
O presente de Páscoa adequado
Todo bem, tudo bem. Nossos bebês merecem um mimo de Páscoa, né? Pois saiba que existem “chocolates” feitos especialmente para os animais. Esses produtos são feitos com ingredientes que os bichinhos podem comer tranquilamente e utilizam de artifícios como aromas de chocolate e até mesmo baunilha, para manter aquela aparência, textura e até o cheiro do chocolate. Mas lembre-se de que, mesmo sendo um produto feito para eles, não abuse da quantidade! Uma frutinha ou um pedaço de cenoura vai deixá-los feliz do mesmo jeito!
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Postado em 06 de Março às 09h04

SILIMARINA X DOENÇAS HEPÁTICAS EM CÃES E GATOS

Dicas (30)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária O fígado é um órgão vital que ajuda na desintoxicação do sangue e na remoção de impurezas no nosso corpo. E no caso de cães e gatos, não...

O fígado é um órgão vital que ajuda na desintoxicação do sangue e na remoção de impurezas no nosso corpo. E no caso de cães e gatos, não haveria de ser diferente. O fígado é um dos órgãos mais vulneráveis nos pets. É propenso a diversas doenças, como a insuficiência hepática.

Muitos são os protocolos e tratamentos para doenças hepáticas em cães e gatos, mas ultimamente, muitos tem optado por métodos naturais como alternativas de tratamento. Lembrando que a escolha do melhor tratamento para o seu pet deve ser feita junto ao Médico Veterinário.

E é aí que entra a Silimarina. A Silimarina é o extrato de uma erva floral da família das margaridas e da ambrósia americana, chamada Cardo Mariano (Silybum marianum). 

A Silimarina é um fitoterápico muito utilizado para tratar distúrbios hepáticos, e pode ser utilizado em cães e gatos também. Apresenta efeitos benéficos para a saúde, principalmente por proteger a função hepática contra substâncias tóxicas, inibindo a ligação de toxinas ao fígado. Portanto, é muito indicada como coadjuvante (ou seja, aliado) no tratamento de algumas doenças. 

Ela atua como desintoxicante, ajudando na eliminação das toxinas, limpando o fígado de impurezas que possam prejudicar o funcionamento desse órgão, além de também ajudar a prevenir, amenizar ou até mesmo evitar doenças hepáticas.

Vale ressaltar que seu uso deve ser sempre acompanhado de uma indicação do Médico Veterinário, responsável pela saúde do seu pet. Ele irá avaliar e indicar o melhor tratamento para seu pet. 


Postado em 26 de Fevereiro às 09h15

Mito ou Verdade? 10 fatos sobre a castração

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Trupe da Kuki Clínica Veterinária Nós já falamos bastante sobre a castração neste artigo, mas mesmo assim, ainda surgem algumas dúvidas de muitas pessoas sobre este procedimento. As pessoas costumam...

Nós já falamos bastante sobre a castração neste artigo, mas mesmo assim, ainda surgem algumas dúvidas de muitas pessoas sobre este procedimento. As pessoas costumam dizer muitas coisas sobre a castração, e a maioria desses fatos não passam de mitos ou boatos.Macho perder masculinidade? Fêmea engordar? Gato ficar mais dentro de casa?
Por isso, chegou a hora de você saber o que é mito e o que é realmente verdade sobre a castração! Leia este artigo e saiba tudo sobre esta atitude responsável.

1. Castração é um ato cruel e brutal
Mito! O procedimento de castração não causa sofrimento no animal. Quando realizada corretamente em clínicas veterinárias por profissionais especializados, é feita com anestesia própria para o corpo do animal, pontos cirúrgicos, medicamentos antiinflamatórios e analgésicos, tudo para um procedimento simples, eficaz e sem grandes sequelas pós-anestesia. Seu cão ou gato passa pela castração sem dor ou grandes riscos!
2. Animal castrado não faz xixi por todos os cantos
Verdade! Problemas de comportamento, como a necessidade de urinar para demarcar território, são reduzidos ou eliminados, assim trazendo uma ótima vantagem que é a diminuição no odorde urina pela casa. No caso das fêmeas, mais uma ótima vantagem é que não terá manchas de sangue pela casa.
3. Castração faz o animal engordar
Mito! Somente o fato de castrar não determina que o cão ou gato engordará ou se tornará obeso. A obesidade acontece devido a vários fatores, como dieta inadequada, ingestão excessiva e incorreta de alimentos, pouca atividade física, hormônios e outros fatores. Um animal perfeitamente saudável não engordará com a castração.
4. A castração reduz riscos de problemas de saúde
Verdade! O risco de animais desenvolverem cânceres (tumores) em idade avançada é bastante reduzido com a castração, que também evita a ocorrência de doenças sexualmente transmissíveis.
5. Castração custa caro
Mito! O valor pago pela castração é com certeza menor do que todo o custo envolvido em criar ninhadas, que ainda poderão acabar no abandono. Além disso, como a castração comprovadamente evita doenças graves, também é possível evitar os altos custos que envolvem um tratamento e cirurgia em um animal com tumor, por exemplo.
Mesmo assim, se o valor de uma castração ainda estiver fora de suas condições financeiras, procure orientação com pessoas que desenvolvem trabalho voluntário com animais abandonados ou em clínicas. Existem diversas campanhas de castração a baixo custo ou até zero, promovido inclusive por algumas prefeituras.
6. Castração faz o macho perder a masculinidade
Mito! Machos castrados não se tornam homossexuais ou “menos machos”. Cães e gatos comprovadamente apenas copulam para procriação e não por prazer. A castração acaba com este instinto de procriar.
7. Castração faz com que o animal “perambule” menos
Verdade! Cães e gatos machos saem atrás de fêmeas no cio e tentam escapar de onde estão para tentar acasalar. Com a esterilização os animais têm menos ânsia de perambular e, portanto, menos chances de sofrerem acidentes, serem maltratados, roubados ou ficarem perdidos.
8. Fêmeas devem ter pelo menos uma cria antes da castração
Mito! Quanto mais cedo a fêmea for esterilizada, menor será a chance de ela desenvolver algum tipo de tumor. O ideal é que a esterilização ocorra antes do primeiro cio.
9. Animal castrado briga menos
Verdade! A agressividade contra outros machos é tipicamente relacionada à disputa pelas fêmeas, sendo, portanto um comportamento relacionado à atividade sexual. Sendo assim, machos castrados brigam menos entre si.
10. Sem filhotes
Filhotinhos são lindos, mas todos sabemos que não há casa para todos eles e o destino que os aguarda é viverem sob péssimas condições ou nas ruas da cidade, sofrendo com a fome, sede, frio e até maus tratos. O número de animais que podem nascer de uma só fêmea ao longo de sua vida reprodutiva é imenso. Com a castração, o número de animais sem dono é reduzido. Você até pode ter para quem doar os filhotes da sua cachorra, mas esta pessoa que pegou um filhote seu poderia estar salvando a vida de alguma animal abandonado na rua. Pense nisso!
O problema da superpopulação de cães de gatos é real e cada vez mais grave segundo a WSPA (Sociedade Mundial para a Proteção dos Animais), uma única cadela com uma vida reprodutiva de 6 anos mais seus descendentes poderá dar origem a 64.000 animais, enquanto uma gata em apenas 2 anos poderá deixar 2.000 descendentes.
Por isso, é muito importante que os donos assumam esta responsabilidade e se comprometam a cuidar dos animais que puder em casa, de forma consciente e racional. Filhotinhos são atrativos, mas pensando no bem deles, o ideal é conseguirmos um lar para os animais que já estão aqui sofrendo com o abandono ao invés de criarmos mais e mais cães e gatos.
E isto vale também para cães de raça!
Muitos cães de raça também são abandonados, principalmente quando chegam à velhice ou desenvolvem algum problema de saúde.
Portanto, seja qual for a raça, porte ou idade de seu cão ou gato, tome uma atitude responsável: realize a castração!

Postado em 22 de Fevereiro às 08h27

As vacinas indispensáveis para seu pet

Trupe da Kuki Clínica Veterinária Não é só o ser humano que recebe anticorpos da placenta e do leite materno. Os filhotes de cães e gatos também ganham essa proteção fundamental em seus primeiros...
Não é só o ser humano que recebe anticorpos da placenta e do leite materno. Os filhotes de cães e gatos também ganham essa proteção fundamental em seus primeiros momentos de vida. Mas, após alguns meses, a imunidade oferecida pela mãe tende a diminuir e, assim, aumentam os riscos de doenças infecciosas nos animais. “A partir dos 45 dias de vida, geralmente, somente a vacinação feita de maneira correta e por um veterinário poderá evitar que o cachorro ou o gatinho entre em contato com doenças, que algumas vezes podem levar à morte.
Existem no mercado vacinas bem completas, tanto para gatos como cachorros. Por exemplo, a polivalente V5, para felinos, que leva esse nome por prevenir cinco doenças diferentes. Entre elas, está uma espécie de “AIDS” dos gatos (FIV) e a leucemia felina (FeLV), que são incuráveis e predispõem o gato a adquirir diversas enfermidades. Já a polivalente canina previne contra nove doenças diferentes (confira na tabela de vacinação padrão).
As primeiras vacinas do seu pet devem ser aplicadas a partir por volta dos 45 dias de vida, geralmente, e com três doses em intervalos de 21 a 30 dias. Depois disso, o reforço é necessário com uma dose anual. Já a vacina antirrábica deve ser feita aos três meses de idade do animal, em dose única e com reforço todos os anos, tanto para cães como para gatos. “Este é o protocolo geral, mas pode sofrer alterações de acordo com a conduta do veterinário que fará a vacinação e com o estado do animal”, ressalta Gabriela.
Quando NÃO vacinar o pet?
Não devem ser vacinados os animais que não estejam saudáveis. Portanto, se seu bichinho estiver com vômito, diarreia, febre, anemia ou passando por algum tratamento, evite. “É preciso terminar o tratamento primeiro e levar novamente o animal para uma avaliação médica. E só depois retomar o esquema de vacinação”, afirma Gabriela.
Onde vacinar
As vacinas devem ser aplicadas em clínicas veterinárias, após consulta do animal com um especialista. “Vacinar em casa de ração, nem pensar”, alerta a especialista. “Só o veterinário pode responder pelo estado do animal no momento da vacina e dizer se o bichinho está apto para o procedimento”, explica.
A médica veterinária Mariza Alvez, que trabalha na Petz, na capital paulista, calcula que se gasta em média R$ 650 com vacinas no primeiro ano do animal. O valor varia de acordo com a espécie e a raça. Apenas a vacina antirrábica é fornecida sistematicamente por órgãos públicos.
Desde 1973, o Brasil realiza campanhas anuais e gratuitas de vacinação antirrábica em todo o território nacional, segundo a organização Arca Brasil. “Isso porque a raiva é uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida ao ser humano, com o agravante de ser letal tanto nos humanos quanto nos cães e gatos”, esclarece a veterinária. “Pouquíssimos casos são relatados hoje em dia, mas ainda assim merecem atenção. Lembrando que a raiva é transmitida pela mordida de animais infectados, pelo contato com a saliva do animal.”
Efeitos colaterais e revacinações
Alguns filhotes podem ficar um pouco apáticos após a administração da vacina, mas os donos não precisam ficar aflitos. “Neste caso, deve-se manter o animal em observação e repouso”, indica Gabriela.
Com o crescimento da onda de alimentação natural para pets, os reforços anuais de vacinas têm despertado alguns questionamentos sobre sua real necessidade. “A vacinação anual pode ser considerada excesso de zelo”, diz Mariza. Em seu ponto de vista, o ideal seria examinar a imunidade do pet para cada antígeno contido na vacina. “Porém, não são todos os laboratórios que realizam essa sorologia e acabaria se tornando um processo mais difícil e oneroso para o proprietário. E ninguém quer arriscar ver o pet doente, certo?”, conclui.
“O efeito que a vacina tem é a memória imunológica que ela produz, ou seja, caso o animal entre em contato com algum desses agentes infecciosos, o sistema imunológico já tem anticorpos para promover a defesa do organismo. Numa dose de reforço, essa memória é potencializada”, explica a médica veterinária. Mariza acrescenta que, ao aplicarmos uma vacina no pet que ainda tem efeito da anterior, o organismo pode não responder 100% ao antígeno.
Porém, é importante considerar o estilo de vida do animal. Se for um bichinho que está sempre na rua e em contato com outros animais, o reforço anual é bastante recomendado, segundo Gabriela. “Agora, para aquele animalzinho que vive em apartamento e com acesso restrito à rua, sempre acompanhado do proprietário, é possível espaçar o reforço. Mas tem que ser muito bem conversado entre o veterinário e o dono do animal.”
Passeios antes da vacinação
Enquanto os filhotes de cães e gatos estiverem fazendo esquema de vacinação, o ideal é evitar passeios e principalmente o contato com outros animais. “Nesta fase da vida, o sistema imunológico deles não está totalmente desenvolvido, deixando-os vulneráveis a contrair doenças”, afirma a veterinária. Os banhos também não estão recomendados neste período. Mesmo que o animal já tenha sido vacinado com uma dose, a imunização completa só se dá com a efetivação das três doses da vacina polivalente.
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