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Trupe da Kuki Clínica Veterinária
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Postado em 19 de Fevereiro às 14h30

8 dicas para tratar queda de pelo de cachorro

Dicas (30)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária A queda de pelo de cachorro acontece, naturalmente, devido à troca de pelos, que é um processo natural, com maior intensidade nas épocas de verão e inverno. Com a troca,...
A queda de pelo de cachorro acontece, naturalmente, devido à troca de pelos, que é um processo natural, com maior intensidade nas épocas de verão e inverno. Com a troca, ocorre é claro, a queda de pelo, que acontece com maior frequência em cachorros que possuem uma pelagem dupla, que é uma pelagem interna macia e espessa que ajuda a protegê-lo de temperaturas extremas.
A troca de pelos acontece em todos os cachorros que possuem pelos e tem uma duração de cerca de um mês, podendo variar.
Para entender melhor sobre a troca e queda de pelo de cachorro, é importante saber porquê ela ocorre e como funciona o organismo do animal com relação à pelagem e pelos.
Qual é a função dos pelos?
Os pelos têm funções importantes tanto em cães como em gatos, portanto é importante não exagerar na tosa deles.
A presença dos pelos é importante, pois são eles que protegem a pele e são responsáveis por manter a temperatura corporal ideal dos pets. Tosas radicais podem fazê-los sentir frio!
Por isso, respeite as características de pelagem e perceba os momentos de troca de pelos.
Por que o cachorro perde pelo?
Como já citamos, a queda de pelo de cachorro é algo natural que geralmente acontece quando ocorrem grandes variações na temperatura, como o verão e inverno. Porém, é importante saber identificar pois existem algumas outras causas não naturais.
Quedas de pelos assimétricas, ou seja, apenas em uma parte específica do corpo, geralmente são causadas por parasitas. Já as quedas simétricas, que acontecem por todo o corpo, geralmente são ocasionadas por problemas hormonais no animal. Geralmente as quedas estão relacionadas com micoses, infecções de pele, estresse, sarna e alergias.
Caso seu cão esteja com uma queda de pelo não natural, procure um veterinário, pois essa queda pode ser apenas um sintoma de outro problema. É importante procurar a ajuda de um especialista, pois somente ele pode avaliar bem o caso e apresentar um diagnóstico.
Como diminuir a queda de pelo do cachorro?
Se você identificou que a queda de pelo no seu cachorro é natural mesmo, de acordo com a troca, então confira abaixo as dicas para tratar e diminui-la. A troca da pelagem é irreversível, mas você pode tomar alguns cuidados para amenizar a situação, pois pelos espalhados no chão ou em móveis da casa podem causar incômodo, portanto, caso a queda esteja ocorrendo de forma exagerada, siga estas dicas:
1. Tosa
O pelo do cachorro vai cair de qualquer jeito, então é interessante realizar uma tosa e eliminar um pouco do pelo indesejado em excesso. Fazer isto é melhor do que ver o pelo do seu cãozinho caindo dentro de sua casa. Só não exagere na tosa, como já citado anteriormente, o pelo tem funções importantes para o cão.
2. Escovação
Escovar seu cãozinho todos os dias também ajuda bastante. O pelo cai próximo de você quando estiver escovando, e já fica fácil identificá-lo e descartá-lo. Escove sempre na direção do pelo, isso remove os pelos soltos e mortos e não vai ser tão desagradável para seu cachorro. Isso vai impedir com que ele caia depois nos tapetes, roupas e móveis.
Para realizar uma escovação eficaz, nós indicamos a Escova Furminator.
3. Higiene
Cuidar da higiene do cachorro é essencial, por isso, recomendamos que dê um banho nele a cada 15 dias, no mínimo, para evitar a umidade corporal em excesso.
Clique aqui e conheça mais dicas sobre banhos para cachorro.
Caso perceba algum sinal preocupante em seu cão, ele pode estar com alguma doença. Após consultar com o veterinário, ele indicará a melhor solução, que pode ser shampoos para seborreia, atopia (alergias), fungo, bactéria, sarna, irritação e outros.
4. Sol
Cachorros que vivem apartamento e/ou não passeiam com frequência são mais propensos a sofrer com queda de pelos. Então lembre-se de deixar um cantinho na sua casa ou apartamento para que ele possa pegar um pouco de sol e também levá-lo para passear em horários agradáveis com bastante iluminação solar.
5. Alimentação
Uma das causas da troca de pelo demasiada é a má alimentação do animal. Assim como em nós, humanos, a alimentação interfere muito em nossa estética, na pele e nos cabelos.
Por isso, a ração deve conter todos os nutrientes necessários para a dieta do seu cachorro.
Siga as recomendações do veterinário referente à ração mais adequada para seu cachorro.
6. Sinais
Se o seu cachorro está se coçando além do normal, com a pele descamada ou feridas, analise-o para ver se não está com pulgas ou carrapatos.
Esta pode ser uma causa para a queda de pelos que pode se transformar em um problema maior futuramente.
7. Profissional
Nunca se esqueça das consultas periódicas ao veterinário do seu cachorro. Qualquer sinal estranho, ele deve saber para poder avaliar e tratar qualquer problema.
A queda de pelo do cachorro é algo natural e um dono tem que se acostumar com isso. Quedas grandes de pelos não são normais, se caso seu cão está com uma queda grande de pelo, procure um veterinário.
8. Limpeza
Uma outra recomendação é ter em casa um aspirador de pó portátil para aspirar o pelo assim que ele for encontrado, facilitando a higienização do ambiente.
 
Com estas 8 dicas, esperamos que você consiga cuidar da melhor forma da saúde da pele do seu cachorro, evitando a queda e outros problemas maiores.
 
 

Postado em 15 de Fevereiro às 08h33

Cinomose – o que é, sintomas, tratamento e cura

Trupe da Kuki Clínica Veterinária Você já ouviu falar em cinomose? A cinomose é uma doença canina (veja outras doenças de cachorros aqui) viral e altamente contagiosa que pode levar à morte ou...

Você já ouviu falar em cinomose? A cinomose é uma doença canina (veja outras doenças de cachorros aqui) viral e altamente contagiosa que pode levar à morte ou deixar graves sequelas nos animais que se curam dela. No entanto, conseguimos prevenir a cinomose e, assim, evitar que nossos cachorros sofram e a transmita para outros animais. Mas antes de falarmos sobre prevenção da cinomosesintomas da cinomose e tratamento e cura, vamos entender o que é cinomose.


O que é cinomose?
cinomose canina é uma doença infectocontagiosa que afeta cães causada por um vírus da família Paramyxovirus, do gênero Morbilivírus.
Cinomose em gatos
Por não ser uma zoonose, seu caráter infeccioso se restringe apenas aos cães, ou seja, a cinomose não afeta os gatos.
Sintomas da cinomose
O vírus se replica nas células sanguíneas e sistema nervoso central. Nos estágios iniciais da doença, um sintoma bastante comum é a diarreia, uma vez que o sistema digestório é, geralmente, o primeiro a ser atingido. Em um estágio um pouco mais avançado da doença, o sistema respiratório é atingido, sendo observadas secreções saindo pelo nariz e região dos olhos. Na fase mais tardia da doença, acontece o acometimento do sistema nervoso central, que é quando o animal passa a ter o andar desorientado e tremores musculares que podem evoluir para crises de convulsões.
 
 

Postado em 09 de Fevereiro às 09h18

Meu cachorro ou meu gato podem contrair Febre Amarela?

Trupe da Kuki Clínica Veterinária Cada vez mais estamos acompanhando relatos sobre uma maior incidência de Febre Amarela que está atingindo estados de todo o Brasil. A Febre Amarela é uma doença infecciosa...
Cada vez mais estamos acompanhando relatos sobre uma maior incidência de Febre Amarela que está atingindo estados de todo o Brasil.
A Febre Amarela é uma doença infecciosa (qualquer doença transmitida por vírus, bactérias ou parasitas é uma doença infecciosa e seus principais sintomas são muito parecidos com os de uma gripe comum:
Sintomas da Febre Amarela
  1. cansaço
  2. febre
  3. dores pelo corpo
  4. náuseas e vômitos
  5. calafrios
  6. dor de cabeça
Estes sintomas podem durar por até três dias. Após essa primeira fase de aparição da doença, ela passa para sua fase mais grave, quando os sintomas são insuficiência renal, icterícia (olhos e pele em tom amarelado) e hemorragias internas ou externas.
O tratamento é possível quando a doença é descoberta precocemente não deixando sequelas e sendo completamente curável, por isso é muito importante procurar um médico caso tenha esses sintomas.
Que nós devemos nos prevenir já sabemos, mas e os nossos pets? Como ficam diante dessa situação? Ainda bem que temos boas notícias a dar: nossos pets não contraem Febre Amarela!
Mas, por quê meu pet não tem febre amarela?
Apenas humanos e macacos são hospedeiros do vírus da Febre Amarela. Os mosquitos infectados, picam os macacos que também são susceptíveis ao vírus e por possuírem um sistema imunológico mais fraco do que o de um ser humano, acabam morrendo, indicando a presença do vírus naquele local. Para nós humanos, a transmissão acontece do mesmo modo, porém, conseguimos descobrir a doença e tratar.
De qualquer modo, precisamos combater os mosquitos, pois apesar de não transmitirem Febre Amarela para os nossos pets, eles são transmissores de diversas outras doenças como Leishmaniose, Dirofilariose ou Verme do Coração, dentre outros.
Lembrando que: a principal maneira de combater a Febre Amarela é evitando a sua disseminação e isso pode ser feito por meio da vacinação, evitando que outras pessoas sejam infectadas e se protegendo.
Além disso, é importante diminuir o foco de proliferação de mosquitos comuns (pernilongos) que também são transmissores, por meio da prevenção: não deixando água parada em vasos, calhas, pneus, garrafas, etc., tratando de ralos e esgotos com desinfetantes e utilizando inseticidas e sanitizantes indicados por um vigilante sanitário da prefeitura, por exemplo.

Postado em 08 de Fevereiro às 09h03

Pulgas – Prevenção, sintomas, problemas e tratamentos

Trupe da Kuki Clínica Veterinária Ainda que muito comuns e, muitas vezes, tidas como parte normal da vida de cães e gatos, as pulgas podem e, inclusive, devem ser evitadas para a garantia de uma vida saudável e...
Ainda que muito comuns e, muitas vezes, tidas como parte normal da vida de cães e gatos, as pulgas podem e, inclusive, devem ser evitadas para a garantia de uma vida saudável e manutenção do bem-estar dos nossos pets.
Promover uma estratégia de prevenção de pulgas associada a opções de tratamentos apropriados pode impedir que seu cachorro ou gato seja vítima de uma infestação, permitindo a ele (ou ela) uma vida tranquila e livre destes pequenos parasitas que causam tanto incômodo. Pensando nisso, preparamos um manual de prevenção de pulgas para te ajudar!
 
Como prevenir uma infestação de pulgas no seu pet
prevenção deste mal deve, obrigatoriamente, ser um trabalho global, ou seja, não basta apenas desinfestar o seu pet e não cuidar de todos os ambientes pelos quais ele circula, por exemplo. O cuidado e a higiene do cachorro ou a higiene do gato devem sempre ser aliados.
Para efetivamente prevenir o parasita no corpo do seu pet, é preciso entender ciclo de vida delas. As pulgas nascem de ovos que são comumente encontrados em locais que seu pet costuma frequentar, como grama, carpete e mobílias. Os ovos são chocados e se tornam lavas que, depois de adultas, viram as pulgas. Durante a fase adulta, as pulgas fêmeas depositam seus ovos e o ciclo se renova.
Prevenir que seu pet seja infestado por pulgas começa por minimizar a presença de ovos de pulgasnos ambientes frequentados pelo animal. Dependendo de onde você mora, evitar a presença de animais silvestres como gambás, por exemplo, é um bom primeiro passo, já que eles podem trazer pulgas para sua casa.
Dentro de casa, é importante prestar atenção às regiões que já mencionamos serem propensas para a aparição das pequeninas. Além disso, sempre mantenha contato com seu veterinário de confiança para realizar a prevenção e o controle constante desse tipo de problema. Se certifique, também, de manter a casinha ou a caminha do seu pet sempre limpa e higienizada, sem sinais de infestação.
Saiba como eliminar pulgas mesmo que seu pet não esteja infestado
A pulga em cachorro ou gato deve ser tratada antes mesmo de aparecer. Para isso, selecione um dos vários planejamentos antipulgas que você considerar mais adequado à sua rotina e à do seu pet e aplique remédio para pulgas como forma de mantê-las longe.
As opções para tratamento de pulgas são inúmeras, passando por remédios de via oral ou de aplicação na própria pele até shampoos ou coleira antipulga. Converse com seu veterinário e escolha, junto com ele, a melhor alternativa.
 
Avalie o seu pet
Certifique-se de acompanhar a evolução do tratamento contra essa complicação, tanto no seu pet quanto em todo o ambiente, a fim de avaliar a eficiência da opção escolhida por você e, eventualmente, realizar alguma mudança ou ajuste para melhores resultados.
Com a ajuda de um pente para eliminar este parasita, examine cuidadosamente todo o corpo do seu animal de estimação e, em seguida, passe também os dedos por toda a pelagem. Além de adorar o carinho, seu pet também terá mais assegurada a liberdade contra pulgas.
Importante: ainda que você não encontre pulgas no cachorro ou gato, preste atenção a outros possíveis indicativos. Seu pet tem se coçado muito ou demonstrado incômodo em alguma parte do corpo? Existem áreas com falhas na pelagem? Estes sintomas também podem indicar a presença de parasitas e a necessidade de um tratamento extra contra infestações.
Elimine o mal definitivamente
Você pode prevenir infestações colocando tratamentos periódicos antipulgas como parte dos cuidados de rotina do seu bichinho. Alguns tratamentos orais ou de aplicação na pele podem oferecer uma proteção excelente.