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Trupe da Kuki Clínica Veterinária
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Postado em 11 de Janeiro às 08h31

POR QUE ALGUNS CACHORROS COMEM COCÔ?

Trupe da Kuki Clínica Veterinária ELE COME COCÔ PORQUE ESTÁ DOENTE? QUAIS OS RISCOS PARA A SAÚDE? O QUE FAÇO SE ELE COMER COCÔ DE OUTROS CACHORROS? TIRE AS SUAS DÚVIDAS!   Sabia que...
ELE COME COCÔ PORQUE ESTÁ DOENTE? QUAIS OS RISCOS PARA A SAÚDE? O QUE FAÇO SE ELE COMER COCÔ DE OUTROS CACHORROS? TIRE AS SUAS DÚVIDAS!
 
Sabia que alguns cachorros comem cocô? Parece bastante nojento, não é mesmo? Mas saiba que para eles (e para os lobos) esse hábito não é tão bizarro assim. Os dois predadores, que compartilham a mesma origem ancestral, são bastante atraídos por carniças. Por isso, é comum ver um cachorro mexendo no lixo atrás de comida ou querendo brincar com um bicho morto.
Mas são muitos os fatores que levam um cão a (eca!) comer cocô. Embora a maior parte dos casos tenha um fundo comportamental, como o tédio, existem diversos problemas médicos que podem causar ou contribuir para a coprofagia – como é chamado o ato de comer cocô.
PROBLEMAS DE DIGESTÃO
A má absorção dos nutrientes faz com que grande parte do alimento passe pelo trato digestivo sem ser absorvida e saia pelas fezes. Há casos ainda de dietas pobres em nutrientes e/ou calorias, desnutrição e até fome persistente.
A presença de vermes no intestino também pode fazer com que o cachorro coma cocô para recuperar aqueles nutrientes que foram ingeridos por esses parasitas. Em geral, nessas situações, o cachorro come cocô porque está à procura de:
– Fibras;
– Nutrientes que foram perdidos por má absorção ou por dieta de baixa qualidade;
– Calorias (quando acontece de o cachorro ter a necessidade de ingerir mais calorias do que consome);
– Bactérias intestinais que fazem bem à saúde do animal.
A coprofagia pode estar ainda relacionada com algumas doenças, tais como diabetes, Cushing (ou hiperadrenocorticismo), problemas de tireoide, gastrite, além de outras condições que podem levar ao aumento do apetite.
Cães que compartilham o pote de comida podem estar passando fome, já que há sempre o risco do animal mais dominante privar o submisso de comida. Eles acabam recorrendo ao cocô como uma forma de suprir a carência nutricional.
GATOS
Alguns cães adoram comer cocô de gato. Isso acontece porque a ração dos felinos, geralmente, é mais saborosa e mais proteica. O resultado são fezes mais apetitosas.
Para evitar esse hábito, limpe com frequência a caixa de areia dos gatos e invista em uma alimentação de qualidade para o seu cãozinho.
COMPORTAMENTO
A maioria dos cachorros que come cocô, entretanto, apresentam algum probleminha de comportamento ou estão estressados. Em geral, eles fazem isso para chamar sua atenção ou porque estão entediados.
Os desvios comportamentais mais comuns são:
– Isolamento: cães que ficam sozinhos por muito tempo são mais suscetíveis ao hábito;
– Confinamento: ficar muito tempo trancado em um espaço pequeno pode levar ao problema. É muito comum observar esse comportamento em cães que foram resgatados de abrigos;
– Ansiedade: NUNCA esfregue o nariz do seu cão no cocô ou perto dele para ensiná-lo a fazer sua sujeirinha no local correto. Porque esse método não é eficaz. Na cabeça do cão significa que ele precisa sumir com o cocô que acabou de fazer (no caso, comendo) — do contrário vai levar bronca;
– Tédio: cães que se exercitam (física e mentalmente) menos do que deveriam tendem a ficar entediados e podem começar a comer fezes;
– Chamar atenção: sempre que comem cocô eles conseguem algum tipo de atenção nossa, mesmo que negativa. Quando ele fizer isso, procure não exagerar na reação;
– Associação inapropriada: alguns cães que se alimentam perto do local onde fazem cocô podem associar as fezes com comida, já que os cheiros ficam todos ali misturados.
O QUE FAZER?
Agora que você já sabe quais as causas da coprofagia, o que fazer caso você veja que algum dos seus hóspedes está comendo cocô? Em primeiro lugar, pergunte ao tutor do cachorro se ele tem esse hábito e se ele já viu o cachorro fazer isso. Se ele disser que sim, o cãozinho costuma comer cocô, pode ficar mais tranquilo – pelo menos o tutor já sabe e provavelmente já investigou o por quê.
Mas se ele disser que não, pode ser que o cachorro esteja fazendo isso pelo estresse da hospedagem (convivência com outros cães, uma casa que não é a dele, ausência dos tutores, etc.) ou no início de alguma das doenças citadas acima, e é importante comunicar ao cliente esse comportamento.
Em qualquer situação, o cliente deve procurar ajuda, seja de um adestrador ou de um veterinário. Se o problema é causado por  estresse, o adestrador é a melhor opção para que eles, juntos, consigam identificar e modificar o que está acontecendo de forma incorreta – e, se possível, aumentar a quantidade de atividade física diária do pet.
Se o problema tem origem em alguma doença, o melhor a fazer é o cliente conversar e explicar tudo a um veterinário. Existem alguns produtos que podem ajudar, como os suplementos de probióticos, prebióticos, fibras, vitaminas e de enzimas digestivas. É fundamental, no entanto, que o cãozinho seja avaliado e faça alguns exames.
ESCOLHENDO A MELHOR DIETA
A alimentação de qualidade é essencial para combater e prevenir a coprofagia. O ideal é evitar fornecer rações muito baratas. Geralmente, elas possuem excesso de carboidratos e contêm proteínas de baixa qualidade na sua composição (que não serão bem aproveitadas e vão direto para as fezes). Juntas, essas duas características fazem o cocô ficar bem apetitoso para o cão e estimulam o hábito.
Uma boa opção ainda é a alimentação natural crua com ossos. Essa dieta tem excelente digestibilidade. O resultado é um cocô seco, com pouco volume e sem cheiro. Ou seja, não desperta interesse no cachorro. Mas é fundamental que você não tome essa decisão, e sim o cliente, após passar com um veterinário para garantir que todos os alimentos escolhidos são apropriados e nada vai prejudicar a saúde do cãozinho.
MAS COMER COCÔ FAZ MAL?
A coprofagia não é um hábito agradável para nós, mas também não deve ser motivo para desespero. Cachorros comem cocô e, por si só, comer cocô não é prejudicial. Mas é possível que alguns microrganismos, como vírus, bactérias e parasitas, sejam ingeridos quando o animal come os dejetos. E, dessa forma, o cachorro pode estar se reinfectando ou até adquirindo uma nova doença.
Mas, se o cão está livre de doenças infecciosas, é acompanhado por um veterinário e faz controle parasitológico de fezes com frequência, os riscos de recontaminação são mínimos. No caso de fezes alheias, se o cachorro que produziu as fezes é saudável e não possui parasitas e/ou outras doenças, também não oferece risco.
De qualquer forma, você deve evitar que os cães comam cocô durante a hospedagem. Você não sabe ao certo qual é a razão, se o cachorro está ou não contaminado com alguma coisa e se o cãozinho que fez o cocô está com a saúde realmente 100%.
Por isso, lembre-se de sempre confirmar se os hóspedes estão vermifugados, qual o histórico de saúde deles e supervisioná-los atentamente.

Postado em 11 de Janeiro às 08h26

XIXI E COCÔ NO LUGAR CERTO: DICAS E TÉCNICAS PARA ENSINAR SEU CACHORRO

Cães (15)Dicas (28)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária SE VOCÊ ENFRENTA ESSE PROBLEMINHA EM CASA, NÃO SE DESESPERE. VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO! CONFIRA AS DICAS DOS ESPECIALISTAS PARA ACABAR COM ISSO Chegar em casa e...
SE VOCÊ ENFRENTA ESSE PROBLEMINHA EM CASA, NÃO SE DESESPERE. VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO! CONFIRA AS DICAS DOS ESPECIALISTAS PARA ACABAR COM ISSO
Chegar em casa e encontrar uma poça de xixi fora do lugar não é nada legal. Além da sujeira e do mau cheiro, cachorros que fazem suas necessidades fora do lugar podem sempre estragar um móvel ou até mesmo destruir aquela planta que você tanto ama. Mas é possível ensiná-los a fazer xixi e cocô no lugar certo!
 
Infelizmente, essa é uma das principais reclamações que donos de cachorro fazem para adestradores profissionais e veterinários. E a dor de cabeça não se restringe apenas aos filhotes, que ainda estão em fase de aprendizado. Cães adultos e já treinados também podem voltar a urinar e defecar pela casa.
No caso dos animais adultos, o deslize pode acontecer porque seu peludo está tentando chamar sua atenção por falta de brincadeiras e passeios ou até mesmo como um indicativo de problemas de saúde. Alguns animais podem, por exemplo, desenvolver incontinência urinária e não conseguem mais segurar o xixi até o cantinho da sujeira. Nesses casos, é preciso agendar uma consulta com um médico veterinário.
É POSSÍVEL ENSINAR CÃES ADULTOS?
É importante que você ensine seu cachorro o local para fazer suas necessidades desde o primeiro dia em casa. Isso vale tanto para os filhotes, quanto para aqueles que foram adotados já adultos. Não existe limite de idade para aprender a usar o jornal ou o tapete higiênico! Cães mais velhos e até os idosos conseguem ser treinados para isso.
E jamais dê broncas ou esfregue o focinho dele no xixi ou no cocô. Além de não serem educativas, essas repreensões só tendem a agravar o quadro. A grande maioria dos animais passa a ter medo dos donos quando são censurados com muita veemência. Isso pode fazer com que ele queira esconder o cocô (comê-lo tende a ser um método bastante eficaz, lamentalmente) ou procure cantinhos escondidos da casa para se aliviar.
XIXI E COCÔ NO LUGAR CERTO: DICAS
Para ajudar você a treinar seu animal, separamos algumas dicas e técnicas que são bastante eficazes. Mas lembre-se: todo e qualquer tipo de adestramento exige muita paciência, consistência e persistência. Por isso, não desista se ele tiver alguma recaída!
1. ELEJA UM CANTINHO
Escolha o cantinho que será o banheiro do seu cachorro. É importante que seja sempre o mesmo lugar e que ele esteja distante, de preferência em locais opostos, da caminha e dos potes de água e de comida.  
2. CRIE UMA ROTINA
É importante que ele tenha hora para dormir, comer, brincar e principalmente para fazer xixi e cocô. Filhotes tendem a defecar e urinar logo após comer. Cães adultos costumam demorar de 15 a 30 minutos.
3. ESCOLHA UM CAMINHO
Caminho A. Mantenha o filhote em um espaço pequeno desde o primeiro dia na sua casa. Pode ser na região da cozinha e da área de serviço, por exemplo, se por ali for seu local escolhido para ser o banheirinho dele. Você pode deixá-lo também em um cercadinho. Como ele ainda é filhote, não tem muita necessidade de espaços grandes.
Forre cerca de 80% do local com jornal ou tapete higiênico. Assim que o filhote comer, leve-o para o tapetinho e espere ele defecar e urinar. É importantíssimo que você o recompense pelo acerto: dê petisquinhos, faça festa e carinho. Isso ajuda a reforçar o bom comportamento. Com o passar dos dias, ele vai se habituando com o local, e você pode ir reduzindo a quantidade de jornal. Esse período de maior contenção costuma durar três semanas, mas pode variar de animal para animal. Vá liberando os demais cômodos da casa aos poucos e de acordo com os acertos do animal.
Caminho B. Se você preferir deixá-lo livre pela casa, uma dica é espalhar muitos tapetinhos (ou jornais, o que você preferir) pela casa. Deixe alguns debaixo da mesa, em frente às portas, nos cantos da sala, etc. Como o cachorro ainda é novinho, ele não consegue segurar as necessidades e vai acabar fazendo ali por onde estiver. Por isso, não economize. Quando ele acertar e fizer as sujeirinhas no local certo, é importantíssimo que você o recompense. Vale oferecer petiscos, fazer festa e dar muito carinho.
Conforme ele for assimilando o comportamento correto, você pode ir reduzindo a quantidade do produto espalhado pela casa. Após as refeições, é indicado que você coloque o animal em uma área cercada ou restrita e que tenha um tapetinho. Dessa forma, ele entende mais rápido que precisa fazer suas necessidades ali. Mas é fundamental que você esteja por perto quando for prendê-lo. Com a sua presença, ele não associa esse momento com um castigo ou algo ruim.
4. TENHA PACIÊNCIA
A tríade do sucesso do treinamento é: paciência, persistência e consistência. É normal que o animal erre de vez em quando, não desista! Assim como as crianças, eles também estão desenvolvendo sua habilidade de segurar as necessidades para chegar a tempo no banheiro. Alguns cometem deslizes até os seis meses de idade.
5. FIQUE ATENTO AOS PASSEIOS
Se a ideia é que ele faça as necessidades fora de casa, saia para passear logo após a refeição do filhote que já tiver com o ciclo completo de vacinação. No começo do treinamento, é mais seguro leva-lo no colo até a rua, para evitar deslizes pelo caminho. Com cães adultos, o recomendado é que você faça de quatro a cinco passeios por dia. O primeiro, logo pela manhã, deve ser antes da primeira refeição. Já os seguintes devem contemplar o pós-refeição – cães adultos costumam urinar e defecar cerca de 15 a 30 minutos após a refeição.
6. INVISTA NA ASSOCIAÇÃO POSITIVA
SEMPRE recompense os acertos! Vale tudo: fazer festa, carinho e dar petiscos. Esse é o melhor caminho para ajudá-lo a acertar!
7. NUNCA DÊ BRONCAS
Muito menos esfregue o focinho do animal no xixi ou cocô feitos fora do lugar. Isso não ajuda em nada, já que ele não entende o que está acontecendo, nem aprende o local certo. Na maioria dos casos, o cachorro acaba ficando com medo do dono e passa a procurar cantinhos escondidos da casa para fazer suas necessidades. Outros até começam a comer as fezes para esconde-las. Eles podem ainda desenvolver certa resistência às broncas e passam a fazer isso para ganhar atenção. A dica é ignorar os erros e limpar a sujeira sem o cão ver – se for preciso, prenda-o em outro cômodo enquanto você faz a higienização.
8. ELIMINE O CHEIRO

HIGIENIZE O LOCAL DO ERRO COM PRODUTOS ADEQUADOS PARA ELIMINAR O CHEIRO E EVITAR QUE O CÃO VOLTE A PROCURAR AQUELE LOCAL. 
REMOVER O XIXI E O COCÔ, PASSAR UM PANO UMEDECIDO COM ÁGUA E SÓ DEPOIS USAR ALGUM DESINFETANTE É MAIS EFICIENTE DO QUE USAR OS PRODUTOS DE LIMPEZA DIRETAMENTE.

Postado em 10 de Janeiro às 09h13

Preparação física dos cães

Dicas (28)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária Você sabia que os pets precisam se exercitar? Uma vida sedentária pode levá-lo a ter diversos problemas de saúde. O bom da prática do exercício dos cães é...
Você sabia que os pets precisam se exercitar? Uma vida sedentária pode levá-lo a ter diversos problemas de saúde. O bom da prática do exercício dos cães é que na maioria das vezes o dono precisa ser exercitar junto, ou seja, faz bem para a saúde dos dois. Você não faz nada com seu pet? Tudo bem, ainda é tempo de começar. Para que vocês dois não sintam muito, comece com caminhadas leves, perto da sua casa mesmo.
Escolha um horário que esteja mais fresco ou pelo menos que o sol não esteja tão forte. Lembre-se de que o cachorrinho vai colocar o pezinho direto no chão. Se o chão estiver quente, ele se queimará. Uma boa escolha é antes das 9 horas da manhã e depois das 4 horas da tarde. Vá aos poucos. Se o pet nunca se exercitou, nos primeiros dias faça passeios leves de 15 minutos apenas. Aos poucos vá subindo isso até que vocês consigam chegar a pelo menos meia hora por dia.
Você notará que além da condição física do animal e da saúde melhorarem, ele ficará mais calmo em casa, quem tem cães muito agitados ou tem mais tempo disponível, pode caminhar uma hora por dia tranquilamente, desde que o aumento do tempo e do ritmo sejam feitos aos poucos e que o cão não tenha nenhuma doença que impeça isso. Não sabe se o cão tem algo? Leve-o ao médico veterinário antes de intensificar os exercícios.
Cães que precisem de mais atividade física do que uma caminhada, podem ser levados à prática do agility ou fazer corridas longas com o dono. Isso é muito bom desde que as condições de saúde do cão sejam boas e seus limites sejam respeitados. Os resultados desse exercício mais intenso serão desenvolvimento da musculatura e os ossos e aumento da força.
Posso sair correr com meu pet hoje?
Seu pet tem algum problema de saúde? Se a resposta for sim, ligue para o médico veterinário que o acompanha e pergunte se você pode caminhar com o cão sem causar danos ao problema de saúde que ele já tem. Caso você não saiba se o pet tem ou não algo, vá a um médico veterinário para que ele seja examinado. Alguns problemas de articulação, por exemplo, se tornam um obstáculo a realização de exercícios mais pesados.
Cães com esse problema precisam ser acompanhados e provavelmente só poderão fazer caminhadas leves e brincadeiras com bolinhas, para não se prejudicarem. O pet foi liberado pelo médico veterinário? Ótimo! Vá aos poucos aumentando a intensidade dos exercícios, até que você consiga correr com ele. Respeite sempre os limites do cão e seus horários de dormir e se alimentar. Natação também pode ser um bom exercício, mas nunca deixe o cão sozinho na piscina. Ele precisa estar sempre acompanhado para evita acidentes. Se o cão for filhote, cuidado com o exercício feito.
Lembre-se de que ele está em desenvolvimento e atividades muito impactantes devem ser evitadas para não prejudicar a saúde animal. Seja qual for a escolha, lembre-se de fazer com que esse momento seja agradável não apenas para você, mas também para o seu pet.

Postado em 09 de Janeiro às 08h42

Cão idoso: 10 sinais de que a velhice chegou para seu pet

Notícias (17)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária Falha nos sentidos, diminuição da vivacidade e problemas urinários então entre os problemas decorrentes da velhice A velhice chega para todos, inclusive para os animais. Nesta...
Falha nos sentidos, diminuição da vivacidade e problemas urinários então entre os problemas decorrentes da velhice
A velhice chega para todos, inclusive para os animais. Nesta época da vida tudo fica mais difícil, afinal a energia e disposição diminuem, a visão e audição começam a falhar, doenças atingem mais facilmente, entre outros. E, para quem é dono de um cão idoso, é preciso ficar atento a essa mudanças para saber como cuidar do pet. 

No entanto, alguns donos podem se perguntar: como sei que meu cão envelheceu? A idade nem sempre é um bom medidor, pois as raças tem expectativas de vida diferentes. Então, um bom jeito de descobrir é notar os sinais que aparecem por causa da idade. Conhecê-los irá ajudar a entender seu  cão idoso e saber como proceder em relação aos cuidados.

1. Aparecimento de problemas urinários
Assim como acontece entre os humanos, a bexiga uma hora deixa de funcionar corretamente. Ela não consegue mais segurar a urina por muito tempo e é preciso ir ao banheiro com maior frequência. No entanto, no caso dos cães idosos, a situação fica ainda mais complicada, pois eles podem não conseguir segurar o xixi e acabar soltando-o dentro de casa. Não devemos brigar por isso e nem castigá-lo, apenas limpe o local quando o pet não estiver vendo. Os donos precisarão se acostumar com esta situação, porque ela possivelmente acontecerá mais vezes. 

2. Alterações na pele
O cães não ficam com a pele flácida e caída como os humanos, mas apresentam outros sinais na pele de que a velhice chegou. O mais comum são o aparecimentos de pelos brancos, calos nas patas e problemas nas almofadinhas. Fique atento a isto, pois deve ser relatado ao veterinário sempre que visitá-lo e assim descobrir se o cão precisa de tratamento. 
Veja também:  

3. Surgimento de cárie e tártaro
Qualquer dentição não tratada irá dar problema algum dia e o mesmo vale para os cães. É por isso que, ao longo da vida, os donos devem dar atenção à saúde bucal do pet. Procure limpar os dentes regularmente e de vez em quando oferecer snacks de higiene bucal. É bem importante cuidar dos dentes do animal, assim ele chega na velhice sem grandes problemas. 

4. Mudança de peso
Mudanças de peso na velhice é algo comum, pois o metabolismo funciona com menor potência e a disposição para gastar energia diminui. Mas, é imprescindível evitar a obesidade a todo o custo, uma vez que isso irá repercurtir no aparecimento de algumas doenças. Dessa forma, para tentar manter o peso ideal, é importante mudar a ração para uma sênior, que é focada nas necessidades de um cão idoso. Não se esqueça de consultar o veterinário e um vendedor de confiança antes de trocar a alimentação. 

5. Aparecimento de tumores
É difícil evitar o aparecimento de tumores, uma vez que é algo habitual em cães de idade avançada. Por este motivo é tão importante a visita regular ao veterinário. Apenas ele poderá dizer se o tumor é benigno ou maligno, indicando assim o tratamento adequado. Problemas como este devem ser tratados o mais rápido possível para evitar algo muito pior. 

6. Mal funcionamento dos sentidos
Dificuldades para ouvir e enxergar é bastante comum tanto nos humanos quanto nos cães. Em situações mais graves, podem até apresentar cegueira e surdez. Então, em idade avançada, os donos devem ter paciência e cuidar com mais carinho do pet. Nessa época, evite trocar os pertences do animal de lugar, assim ele não fica confuso ao andar pela casa. 

7. Desenvolvimento de doenças degenerativas
Dentre as doenças degenerativas que atingem os cães idosos, as mais comuns são displasia de quadril, displasia de cotovelo, artrose e osteoporose. Os tutores devem recorrer ao veterinário para saber como proceder e quais são os remédios certos. Além disso, é também importante oferecer um local confortável para relaxar e dar muito amor e carinho. 
Além dessas doenças, os cães também são suscetíveis a problemas neurodegenerativos, como o alzheimer. Tudo ficará mais difícil neste caso, pois o comportamento do animal muda radicalmente. Dessa forma, os cuidados precisam aumentar, assim como a paciência e o carinho.

8. Aumento do cansaço e sonolência
É comum que pets em idade avançada fiquem mais cansados e sonolentos, precisando de maior tempo de descanso. Deixe-o dormir tranquilamente para repor suas energias. Além disso, lembre-se de não forçar o animal a realizar exercícios, já que isso pode originar danos nos músculos e ossos. 

9. Mudança no caráter
Um cão idoso se torna muito mais carinhoso e amoroso. Por causa da diminuição na disposição, ele fica mais tranquilo e sereno, então o carinho pelo dono aumenta muito. É possível notar que o cão pedirá mais afago e suas lambidas ficarão mais delicadas. A energia e vivacidade pode ir embora, mas a felicidade permanece. 

10. Aumento da dependência
Por causa de todas as dificuldades trazidas pela velhice, a indepência de um cão jovem se esvai. O pet começa a ficar mais dependente da família em todos os sentidos, então deve-se apoiá-lo, dar muito amor e propor um lar com bastante conforto e segurança.