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Postado em 12 de Dezembro às 09h29

Cachorro com medo de fogos de artifício

Dicas (18)Gatos (16)Cães (10)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária O medo de fogos de artifício é uma fobia muito comum nos cães. O réveillon é uma época temida por donos e cães. É normal que eles assustador o barulho alto...
O medo de fogos de artifício é uma fobia muito comum nos cães. O réveillon é uma época temida por donos e cães. É normal que eles assustador o barulho alto e repentino e o clarão que se forma no céu. Mesmo o cão mais confiante e equilibrado pode se assustar e ficar com medo de sons que não são familiares para ele. A boa notícia é que tem algumas coisas que você pode fazer para ajudar o seu cão a passar com mais tranquilidade por esse período de festas – e fogos.
 
 
Pratique com seu cão antes do ano-novo
 
Se você tiver algum tempinho antes da virada do ano, dessensibilize o seu cachorro. Ou seja, faça-o se acostumar com o som dos fogos de artifício. Siga esses passos:
 
. Coloque esse vídeo para seu cachorro ouvir o mais baixo possível algumas vezes por dia.
 
3. Associe o som dos fogos com algo que seu cão goste, por exemplo: petisco preferido, brinquedo, cafuné, escovação etc.
 
4. Comece a aumentar o volume do vídeo ao longo dos dias e continue a associar o som dos fogos com algo que seu cachorro goste, para que ele associe: barulho de fogos = coisa boa.
 
5. Se em algum momento o seu cachorro demonstrar algum sinal de medo, abaixe o volume até o ponto em que ele se sinta confortável.
 
6. Repita o quanto for necessário todos os dias até seu cachorro conseguir ouvir o som dos fogos bem alto sem ficar com medo.
Se você não teve tempo de praticar antes da virada do ano
 
Se você não teve tempo para preparar seu cão para o ano-novo, ou se a dessensibilização não eliminou o medo dele completamente, existem algumas coisas que você pode fazer para amenizar o medo do seu cão dos fogos. Essas dicas devem ser úteis para cães que tenham um nível médio/moderado de medo.
 
1. Durante a virada do ano, NÃO MUDE SEU COMPORTAMENTO. A maioria das pessoas tendem a mimar/acolher seus cães quando eles demonstram que estão com medo de fogos. As pessoas fazem mais carinho que o normal, abraçam, falam com os cães com voz doce. Em vez de ajudar a acabar com o medo, esse comportamento do dono reforça o medo no cão. Ele associa: medo = carinho.
 
2. Tente você mesmo não reagir aos fogos de artifício. Se você demonstra prontidão logo antes dos fogos, por conta do medo do seu cão, isso só irá piorar o que ele sente. Você acabará deixando-o ansioso. Sua linguagem corporal dizem para seu cão se ele precisa ficar com medo ou não.
 
3. Faça o possível para camuflar o som dos fogos. Ligue o rádio ou a TV, feche as janelas, ligue o ventilador e/ou o ar-condicionado,
 
4. Não force seu cão a nada. Se ele quiser se esconder embaixo da cama, deixe. Não o obrigue a fazer nada que ele não queira, pois isso pode acarretar em um aumento do medo e o cão pode se tornar um cão agressivo se sair de sua zona de conforto.
 
 
Para casos severos
Se seu cão fica aterrorizado com fogos de artifício, pode ser que nenhuma dica acima funcione para amenizar o medo dele. Se você acha que seu cão é um caso desses, converse com o veterinário, pois pode ser o caso de administrar uma medicação contra ansiedade ou algum sedativo que ajude seu cão a ficar mais calmo durante os fogos.
 
 
Ainda dá tempo de dessensibilizar seu cão e fazê-lo se acostumar com o barulho dos fogos da melhor forma possível. Você e seu cachorro vão passar a virada do ano muito mais tranquilos.
Truque do Pano: Proteja o seu Cachorro do Barulho feito pelos Fogos de Artifício
 
O nome do método é Tellington Touch. É sabido que animais que tem esse tipo de pavor também tem grande sensibilidade nas regiões traseiras, nas patas e nas orelhas. O método consiste em amarrar seu cachorro com uma faixa para estimular a circulação sanguínea nas regiões extremas do corpo e com isso reduzindo sua irritabilidade.
 
Veja como amarrar o seu cachorro. Tome cuidado para não apertar muito e não deixe o nó em cima da coluna:

A técnica funciona para muitos cães, porém quando o caso é extremo o cachorro precisa de medidas mais drásticas como medicamentos e calmantes. O ideal é dessensibilizar o cão na segunda metade do ano para acostumá-lo ao barulho dos fogos e fazer com que ele perca o medo, em vez de usar essa solução paleativa.
Cuidados importantes na hora dos fogos
 
– Não deixe seu cachorro acorrentado
– Não deixe seu cachorro sozinho
– Não abrace seu cachorro nem tente acalmá-lo pois você vai estar reforçando o medo dele
– Tranque o portão e fique atento pois seu cachorro pode tentar fugir
 


 

 





Postado em 06 de Novembro às 08h25

13 curiosidades sobre gatos que vão te fascinar

Gatos (16)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária Os nossos miaus são, além de extremamente fofos e companheiros, animais fascinantes. Desde seus hábitos até sua fisiologia, eles apresentam diversas características que...
Os nossos miaus são, além de extremamente fofos e companheiros, animais fascinantes. Desde seus hábitos até sua fisiologia, eles apresentam diversas características que são surpreendentes. Por isso separamos aqui 13 curiosidades sobre gatos.
1 – Um gato passa cerca de 12 a 16 horas por dia dormindo. Isso os torna um dos mamíferos mais preparados para longas jornadas de sono. Vida boa, né?
2- A maior parte das fêmeas felinas é destra, enquanto os machos são canhotos.
3 – Por serem animais caçadores, muitas vezes eles procuram lugares em que se sentem seguros para dormir. Por isso você os encontra frequentemente cochilando em cima de armários e dentro de caixas.
4 – Apesar de não conseguir correr distâncias muita longas, gatos são excepcionalmente rápidos: eles conseguem correr a até 49 km/h.
5 – Gatos tem predisposições biológicas para serem crepusculares. Ou seja, eles ficam acordados geralmente entre o anoitecer e o amanhecer. Isso acontece principalmente pela forma com que eles enxergam.
6 – Persa é a raça mais popular de gatos. Em segundo lugar, fica a Maine Coon e em seguida a Siamesa.
7 – Gatos da raça Maine Coon podem pesar até 12 kgs.
8 – Gatos têm 53 vértebras nas costas. É por isso que são tão flexíveis. Um humano, por exemplo, tem 34.
9 – Assim como as impressões digitais de humanos, cada gato tem um nariz que é único.
10 – Gatos não tem glândula sudoríparas. Eles se refrescam pelas patas, por isso eles ficam com os membros para cima quando faz calor.
11 – Gatos são extremamente sensíveis a sons e vibrações. Eles conseguem perceber um terremoto com 15 minutos de antecedência.
12 –  Eles contam com uma habilidade um pouco estranha: podem rodar suas orelhas em 180 graus.
13 – O cérebro de um gato se parece mais com o de um humano do que com o de um cão.


Postado em 30 de Outubro às 09h13

Como cuidar de um gato cego

Gatos (16)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária Adotar por si só já é um gesto de amor. No entanto, nem todos tem a coragem, o tempo e a disposição de adotar um bichinho que tenha problemas mais sérios. Isso porque...
Adotar por si só já é um gesto de amor. No entanto, nem todos tem a coragem, o tempo e a disposição de adotar um bichinho que tenha problemas mais sérios. Isso porque eles vão exigir mais de nós. Mas existem sim os que se dispõe a esses cuidados extras. E quais são eles? Veja a seguir como cuidar de um gato cego.
Cuidados na casa
A primeira coisa na hora de pensar em adotar um gato cego é como preparar sua casa para recebê-lo. O ambiente precisa ser seguro.
“Precisa ser um ambiente onde o gato não vai se prender em algum lugar ou cair dentro de algum lugar ou até mesmo cair”, alerta o médico veterinário José Mourinho. Ele pede atenção para casas com lugares muito altos – como armários e escadas.
O lugar precisa ser o mais plano possível, para impedir que o gato suba ou desça muito. Além disso, prestar atenção em coisas deixadas em cima de lugares como mesas e aparadores.
Cuidados médicos com um gato cego
Na hora de levar seu gato cego no veterinário, é preciso saber primeiramente qual o motivo da cegueira. Além disso você deve procurar se informar se ela é reversível ou não, se há algum tipo de medicamento para isso.
Um gato adulto deve ser levado ao veterinário duas vezes ao ano e isso não muda no caso do gato ser cego, a não ser que a causa seja concomitante a outra doença, como por exemplo, um gato que tem catarata porque é diabético ou um que perdeu os olhos devido a um tumor.
Alimentação
É preciso ter muito cuidado para deixar a água e a comida de fácil acesso ao gato cego. Isso porque o miau vai ter um sentido a menos para procurá-la. Além disso, é uma boa alternativa colocar mais de uma fonte, mais de um pote de comida e água pela casa.
É necessário lembrar que não é uma boa ideia trocar os potes de lugar, uma vez que o gato cego acaba usando a memória para atender suas necessidades.
O veterinário José Mourinho chama atenção para o método de usar estímulos para os outros sentidos também. “Ao trocar o pote de comida usar algum cliquer ou algum barulho. Ou alguns alimentos com cheiro um pouco mais fortes, como enlatados”.


Postado em 04 de Outubro às 07h39

Plantas comestíveis para gatos: como administrar

Dicas (18)Gatos (16)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária Se você tem um jardinzinho, provavelmente já viu seu gato mastigando algumas de suas plantinhas. Estranho? Não mesmo. Existem sim plantas comestíveis e os gatos amam! Por...
Se você tem um jardinzinho, provavelmente já viu seu gato mastigando algumas de suas plantinhas. Estranho? Não mesmo. Existem sim plantas comestíveis e os gatos amam! Por quê? Porque algumas ervas são calmantes e algumas ajudam a provocar vômitos para eliminar bolas de pelo.
Benefícios
Além de paladar mais agradável e um cheiro gostoso, algumas plantas têm efeitos anti inflamatórios para os miaus.
“Outras melhoram o trânsito intestinal e ajudam a emagrecer”, explica o veterinário José Mourinho.
Cuidados com plantas comestíveis
O médico veterinário também alerta para os riscos ligados ao excesso ou uso de plantas tóxicas.
“Os jardins são ótimos para gato, mas todas as plantas devem ser bem escolhidas”.
O consumo deve ser supervisionado para evitar exageros, mas acostumar o gato desde filhote também ajuda. No caso de gatos adultos, vasos são uma boa alternativa, pois é possível colocar e remover em horários controlados e sob supervisão.
Como escolher
Para garantir a segurança total do seu bichano na hora de lidar com plantas comestíveis e plantas tóxicas, é sempre bom consultar um veterinário. Aqui você pode conferir uma lista de plantas que podem intoxicar o seu miau e que você deve tomar cuidado na hora de colocar no seu jardim ou ao alcance de seus animais domésticos.
Além disso, é muito necessário escolher de acordo com o espaço disponível na casa, tempo para cuidar do jardim e a própria habilidade.
Além disso, é bom escolher as plantas que o seu gato mais gosta e, algumas vezes, as que ele mais precisa.
O médico veterinário José Mourinho também dá dicas de quais ele acha melhores: “Grama de alpiste, trigo ou aveia. Valeriana. Bambu ou girassóis para observar e explorar. As medicinais como erva cidreira, camomila e lavanda são ótimas também. E até alguns cactos para o gato se esfregar”.



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