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Postado em 26 de Fevereiro às 09h15

Mito ou Verdade? 10 fatos sobre a castração

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Trupe da Kuki Clínica Veterinária Nós já falamos bastante sobre a castração neste artigo, mas mesmo assim, ainda surgem algumas dúvidas de muitas pessoas sobre este procedimento. As pessoas costumam...

Nós já falamos bastante sobre a castração neste artigo, mas mesmo assim, ainda surgem algumas dúvidas de muitas pessoas sobre este procedimento. As pessoas costumam dizer muitas coisas sobre a castração, e a maioria desses fatos não passam de mitos ou boatos.Macho perder masculinidade? Fêmea engordar? Gato ficar mais dentro de casa?
Por isso, chegou a hora de você saber o que é mito e o que é realmente verdade sobre a castração! Leia este artigo e saiba tudo sobre esta atitude responsável.

1. Castração é um ato cruel e brutal
Mito! O procedimento de castração não causa sofrimento no animal. Quando realizada corretamente em clínicas veterinárias por profissionais especializados, é feita com anestesia própria para o corpo do animal, pontos cirúrgicos, medicamentos antiinflamatórios e analgésicos, tudo para um procedimento simples, eficaz e sem grandes sequelas pós-anestesia. Seu cão ou gato passa pela castração sem dor ou grandes riscos!
2. Animal castrado não faz xixi por todos os cantos
Verdade! Problemas de comportamento, como a necessidade de urinar para demarcar território, são reduzidos ou eliminados, assim trazendo uma ótima vantagem que é a diminuição no odorde urina pela casa. No caso das fêmeas, mais uma ótima vantagem é que não terá manchas de sangue pela casa.
3. Castração faz o animal engordar
Mito! Somente o fato de castrar não determina que o cão ou gato engordará ou se tornará obeso. A obesidade acontece devido a vários fatores, como dieta inadequada, ingestão excessiva e incorreta de alimentos, pouca atividade física, hormônios e outros fatores. Um animal perfeitamente saudável não engordará com a castração.
4. A castração reduz riscos de problemas de saúde
Verdade! O risco de animais desenvolverem cânceres (tumores) em idade avançada é bastante reduzido com a castração, que também evita a ocorrência de doenças sexualmente transmissíveis.
5. Castração custa caro
Mito! O valor pago pela castração é com certeza menor do que todo o custo envolvido em criar ninhadas, que ainda poderão acabar no abandono. Além disso, como a castração comprovadamente evita doenças graves, também é possível evitar os altos custos que envolvem um tratamento e cirurgia em um animal com tumor, por exemplo.
Mesmo assim, se o valor de uma castração ainda estiver fora de suas condições financeiras, procure orientação com pessoas que desenvolvem trabalho voluntário com animais abandonados ou em clínicas. Existem diversas campanhas de castração a baixo custo ou até zero, promovido inclusive por algumas prefeituras.
6. Castração faz o macho perder a masculinidade
Mito! Machos castrados não se tornam homossexuais ou “menos machos”. Cães e gatos comprovadamente apenas copulam para procriação e não por prazer. A castração acaba com este instinto de procriar.
7. Castração faz com que o animal “perambule” menos
Verdade! Cães e gatos machos saem atrás de fêmeas no cio e tentam escapar de onde estão para tentar acasalar. Com a esterilização os animais têm menos ânsia de perambular e, portanto, menos chances de sofrerem acidentes, serem maltratados, roubados ou ficarem perdidos.
8. Fêmeas devem ter pelo menos uma cria antes da castração
Mito! Quanto mais cedo a fêmea for esterilizada, menor será a chance de ela desenvolver algum tipo de tumor. O ideal é que a esterilização ocorra antes do primeiro cio.
9. Animal castrado briga menos
Verdade! A agressividade contra outros machos é tipicamente relacionada à disputa pelas fêmeas, sendo, portanto um comportamento relacionado à atividade sexual. Sendo assim, machos castrados brigam menos entre si.
10. Sem filhotes
Filhotinhos são lindos, mas todos sabemos que não há casa para todos eles e o destino que os aguarda é viverem sob péssimas condições ou nas ruas da cidade, sofrendo com a fome, sede, frio e até maus tratos. O número de animais que podem nascer de uma só fêmea ao longo de sua vida reprodutiva é imenso. Com a castração, o número de animais sem dono é reduzido. Você até pode ter para quem doar os filhotes da sua cachorra, mas esta pessoa que pegou um filhote seu poderia estar salvando a vida de alguma animal abandonado na rua. Pense nisso!
O problema da superpopulação de cães de gatos é real e cada vez mais grave segundo a WSPA (Sociedade Mundial para a Proteção dos Animais), uma única cadela com uma vida reprodutiva de 6 anos mais seus descendentes poderá dar origem a 64.000 animais, enquanto uma gata em apenas 2 anos poderá deixar 2.000 descendentes.
Por isso, é muito importante que os donos assumam esta responsabilidade e se comprometam a cuidar dos animais que puder em casa, de forma consciente e racional. Filhotinhos são atrativos, mas pensando no bem deles, o ideal é conseguirmos um lar para os animais que já estão aqui sofrendo com o abandono ao invés de criarmos mais e mais cães e gatos.
E isto vale também para cães de raça!
Muitos cães de raça também são abandonados, principalmente quando chegam à velhice ou desenvolvem algum problema de saúde.
Portanto, seja qual for a raça, porte ou idade de seu cão ou gato, tome uma atitude responsável: realize a castração!

Postado em 24 de Janeiro às 10h53

Tipos de Sarna

Notícias (17)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária Existem diversas doenças de pele que acometem cães e gatos, com causas variadas. Você conhece os tipos de sarna? A frequência dessas doenças é alta e os sintomas...
Existem diversas doenças de pele que acometem cães e gatos, com causas variadas. Você conhece os tipos de sarna? A frequência dessas doenças é alta e os sintomas geralmente são semelhantes, tais como prurido (coceira), vermelhidão, crostas, queda de pelos, etc. Somente o Médico Veterinário pode diagnosticá-las através de consulta e exames, por isso quando notar alguma alteração na pele, procure o melhor amigo do seu animalzinho!
As sarnas são doenças de pele muito conhecidas, causadas por ácaros (parasitas que “habitam” na pele dos cães e gatos em diversas localizações). Vamos falar dos três tipos mais comuns nessas espécies: a Sarna Sarcóptica (causada pelo ácaro Sarcoptes Scabiei); a Sarna Otodécica (causada pelo ácaro Otodectes cynotis); e a Sarna Demodécica (causada pelo ácaro Demodex canis).
A Sarna Sarcóptica ou Escabiose (ácaro Sarcoptes scabiei) acomete cães e gatos, porém é mais rara em gatos. O ácaro perfura a pele dos animais, formando túneis, provocando coceira intensa, crostas, erupções avermelhadas na pele, queda de pelos e algumas vezes infecção secundária. É altamente contagiosa e também se trata de uma zoonose, ou seja, é uma doença que pode ser transmitida dos animais para os seres humanos. A transmissão ocorre pelo contato direto, em todas as épocas do ano.
Sarna Otodécica ou Sarna de Ouvido (ácaro Otodectes cynotis) é transmissível entre cães e gatos por contato direto. O ácaro fica na superfície dos ouvidos e na parte interna das orelhas, alimentando-se de restos celulares. Causa coceira intensa (às vezes ao ponto do animal se machucar e apresentar lesões), balanço de cabeça, acúmulo de cerúmen (cera), bastante irritação local e às vezes pode haver infecção bacteriana secundária, causando otite. As lesões podem atingir outras partes do corpo se o animal não for tratado.
Sarna Demodécica ou Sarna Negra (ácaro Demodex canis) atinge principalmente os cães. O ácaro faz parte da fauna normal da pele canina saudável, presente em pequenos números, próximos aos folículos pilosos. É uma doença que depende de fatores como estresse, estado imunológico e genética. Estes fatores favorecem a reprodução e o aumento do número destes ácaros, ocasionando lesões com queda de pelo, descamação, crostas, vermelhidão da pele, podendo haver infecção de pele secundária. Pode ser localizada ou generalizada, não provoca coceira e não é contagiosa, sendo transmissível apenas da fêmea para os filhotes nos primeiros 3 dias de vida. Por esse motivo, é imprescindível a castração dos animais acometidos. É uma doença que não tem cura total, mas pode ser controlada.
Como dito anteriormente, o diagnóstico de sarna e o tipo de sarna deve ser feito apenas pelo Médico Veterinário, pois existem outras doenças com sintomas semelhantes que podem ser confundidas a olho nu. Normalmente é feito através dos sinais clínicos e exames comprobatórios, como raspado de pele e observação do ácaro através de microscópio.

 

 

O pensamento da grande maioria das pessoas é de que somente os cães e gatos de rua possam adquirir essas doenças, mas não! Os animais de dentro de casa e até mesmo os de apartamento estão vulneráveis a contrair, uma vez que os agentes das sarnas se encontram também em tapetes, estofados, caminhas, cobertores, brinquedos, etc.
O tratamento indicado pelo Médico Veterinário geralmente é feito com produtos tópicos e gera resultados bastante satisfatórios. Em alguns casos, recomenda-se banho com shampoo especial e apenas nos casos mais graves faz-se o uso de medicamentos injetáveis e/ou orais. Alguns cuidados devem ser tomados com relação às sarnas contagiosas, como separar os animais contaminados dos sadios, usar luvas durante a manipulação, higienização, entre outros.

Postado em 09 de Janeiro às 08h42

Cão idoso: 10 sinais de que a velhice chegou para seu pet

Notícias (17)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária Falha nos sentidos, diminuição da vivacidade e problemas urinários então entre os problemas decorrentes da velhice A velhice chega para todos, inclusive para os animais. Nesta...
Falha nos sentidos, diminuição da vivacidade e problemas urinários então entre os problemas decorrentes da velhice
A velhice chega para todos, inclusive para os animais. Nesta época da vida tudo fica mais difícil, afinal a energia e disposição diminuem, a visão e audição começam a falhar, doenças atingem mais facilmente, entre outros. E, para quem é dono de um cão idoso, é preciso ficar atento a essa mudanças para saber como cuidar do pet. 

No entanto, alguns donos podem se perguntar: como sei que meu cão envelheceu? A idade nem sempre é um bom medidor, pois as raças tem expectativas de vida diferentes. Então, um bom jeito de descobrir é notar os sinais que aparecem por causa da idade. Conhecê-los irá ajudar a entender seu  cão idoso e saber como proceder em relação aos cuidados.

1. Aparecimento de problemas urinários
Assim como acontece entre os humanos, a bexiga uma hora deixa de funcionar corretamente. Ela não consegue mais segurar a urina por muito tempo e é preciso ir ao banheiro com maior frequência. No entanto, no caso dos cães idosos, a situação fica ainda mais complicada, pois eles podem não conseguir segurar o xixi e acabar soltando-o dentro de casa. Não devemos brigar por isso e nem castigá-lo, apenas limpe o local quando o pet não estiver vendo. Os donos precisarão se acostumar com esta situação, porque ela possivelmente acontecerá mais vezes. 

2. Alterações na pele
O cães não ficam com a pele flácida e caída como os humanos, mas apresentam outros sinais na pele de que a velhice chegou. O mais comum são o aparecimentos de pelos brancos, calos nas patas e problemas nas almofadinhas. Fique atento a isto, pois deve ser relatado ao veterinário sempre que visitá-lo e assim descobrir se o cão precisa de tratamento. 
Veja também:  

3. Surgimento de cárie e tártaro
Qualquer dentição não tratada irá dar problema algum dia e o mesmo vale para os cães. É por isso que, ao longo da vida, os donos devem dar atenção à saúde bucal do pet. Procure limpar os dentes regularmente e de vez em quando oferecer snacks de higiene bucal. É bem importante cuidar dos dentes do animal, assim ele chega na velhice sem grandes problemas. 

4. Mudança de peso
Mudanças de peso na velhice é algo comum, pois o metabolismo funciona com menor potência e a disposição para gastar energia diminui. Mas, é imprescindível evitar a obesidade a todo o custo, uma vez que isso irá repercurtir no aparecimento de algumas doenças. Dessa forma, para tentar manter o peso ideal, é importante mudar a ração para uma sênior, que é focada nas necessidades de um cão idoso. Não se esqueça de consultar o veterinário e um vendedor de confiança antes de trocar a alimentação. 

5. Aparecimento de tumores
É difícil evitar o aparecimento de tumores, uma vez que é algo habitual em cães de idade avançada. Por este motivo é tão importante a visita regular ao veterinário. Apenas ele poderá dizer se o tumor é benigno ou maligno, indicando assim o tratamento adequado. Problemas como este devem ser tratados o mais rápido possível para evitar algo muito pior. 

6. Mal funcionamento dos sentidos
Dificuldades para ouvir e enxergar é bastante comum tanto nos humanos quanto nos cães. Em situações mais graves, podem até apresentar cegueira e surdez. Então, em idade avançada, os donos devem ter paciência e cuidar com mais carinho do pet. Nessa época, evite trocar os pertences do animal de lugar, assim ele não fica confuso ao andar pela casa. 

7. Desenvolvimento de doenças degenerativas
Dentre as doenças degenerativas que atingem os cães idosos, as mais comuns são displasia de quadril, displasia de cotovelo, artrose e osteoporose. Os tutores devem recorrer ao veterinário para saber como proceder e quais são os remédios certos. Além disso, é também importante oferecer um local confortável para relaxar e dar muito amor e carinho. 
Além dessas doenças, os cães também são suscetíveis a problemas neurodegenerativos, como o alzheimer. Tudo ficará mais difícil neste caso, pois o comportamento do animal muda radicalmente. Dessa forma, os cuidados precisam aumentar, assim como a paciência e o carinho.

8. Aumento do cansaço e sonolência
É comum que pets em idade avançada fiquem mais cansados e sonolentos, precisando de maior tempo de descanso. Deixe-o dormir tranquilamente para repor suas energias. Além disso, lembre-se de não forçar o animal a realizar exercícios, já que isso pode originar danos nos músculos e ossos. 

9. Mudança no caráter
Um cão idoso se torna muito mais carinhoso e amoroso. Por causa da diminuição na disposição, ele fica mais tranquilo e sereno, então o carinho pelo dono aumenta muito. É possível notar que o cão pedirá mais afago e suas lambidas ficarão mais delicadas. A energia e vivacidade pode ir embora, mas a felicidade permanece. 

10. Aumento da dependência
Por causa de todas as dificuldades trazidas pela velhice, a indepência de um cão jovem se esvai. O pet começa a ficar mais dependente da família em todos os sentidos, então deve-se apoiá-lo, dar muito amor e propor um lar com bastante conforto e segurança. 





Postado em 06 de Novembro de 2017 às 08h12

Cinco considerações ao adotar um cachorro de rua

Notícias (17)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária A adoção de cachorros de rua vem tomando proporções muito maiores do que tinha há alguns anos. O que pouca gente sabe e considera é que muitos dos cachorros...

A adoção de cachorros de rua vem tomando proporções muito maiores do que tinha há alguns anos. O que pouca gente sabe e considera é que muitos dos cachorros que estão para a adoção são animais de raça. Existem todos os tipos de traumas que podem estar associados aos cães que adotamos, lidar com isso é sempre um desafio, mas o resultado é sempre surpreendente.
Um dia comprado direto de um criador de cães e no outro, pela falta de tato da família que o comprou e talvez por algum problema de comportamento que o animal tinha, acabou nas ruas ou em algum abrigo. Outra situação comum é o proprietário de uma cadela não castrá-la. O cio chega, o cachorro do vizinho, da rua ou mesmo o seu próprio companheiro faz de tudo para poder namorar a fêmea que está pronta para conceber filhotes, um tempo depois a barriga dela começa a crescer e depois ela dá a luz a alguns filhotes. O proprietário que já não era muito cuidadoso com sua fêmea e nem tinha castrado o animal, resolve infringir a lei e soltar os filhotes na rua. Existem também os cães que já nasceram nas ruas e conseguiram chegar à idade reprodutiva sem que nunca alguém tenha tido cuidado com eles.
As situações acima são infelizmente comuns e guardam em si um ponto em comum: animais sofrendo.
Antigamente a carrocinha passava para pegar os cães que viviam nas ruas e os levava para serem abatidos. Surgiram as SUIPAS que também pega os animais, mas cuidam deles para que possam ter a chance de serem adotados. E sempre houve as pessoas que carinhosamente adotaram um animal de rua que precisava de ajuda.
Minha empresa tem um jargão que utilizamos nas fotografias dos cães e gatos adotados que temos: “Adotar faz bem ao coração de todos”. E esse slogan é verdadeiro. Quando adotamos um cachorro que estava precisando de nossa ajuda nos sentimos felizes por estar ajudando, os animais sentem-se queridos pela primeira vez na vida e as instituições que cuidam deles sentem-se aliviadas por terem feito um bom trabalho de lar temporário.
No entanto, existem outros fatos que devem ser analisados:
1. A taxa de reincidência de abandono é muito alta quando a adoção não é feita de forma consciente. Famílias apaixonam-se por filhotes de cães e esquecem que esses pequenos animais necessitam de ensinamentos, treinamentos, adestramentos diários. Quando percebem que o filhote tem o hábito de roer móveis, fazem suas necessidades no lugar errado (veja 5 dicas para solucionar esse problema se estiver passando por isso), ou começam brincar de morder a mão, muitos desses filhotes são devolvidos aos abrigos ou abandonados nas ruas. Lembre-se de que um filhote demanda muito tempo e energia para aprender conviver com a nova família humana.
2. Adotar um cachorro mais velho pode ser a melhor opção para uma pessoa idosa em um abrigo. Cães mais velhos são, em via de regra, mais tranquilos que filhotes. Já passaram por fases de mordedura e pulos de felicidade. Os cachorros mais velhos que viviam nas ruas infelizmente já passaram por situações muito difíceis envolvendo seres humanos e quando encontram uma pessoa que oferece amor a eles certamente sentem-se muito agradecidos.
3. Se você tem outros animais em casa cuidado ao levar um novo cachorro de rua ou de um abrigo. Primeiramente você deve levar o animal para um veterinário para fazer todos os exames, tomar todas as vacinas, e só então deve entrar em contato com o animal que você tem em casa. Tente conversar com o dono do abrigo sobre a índole do cachorro em relação a outros animais, mas lembre-se que situações diferentes significam comportamentos diferentes dos mesmos animais. Deixe seu cachorro cheirar o novo companheiro, faça carinho no que já habita a casa, dê petiscos para ele, isso evita ciúme e vai reforçando a hierarquia entre os dois. Faça isso tudo através de grades ou com ambos os animais na coleira; segurança é muito importante para evitar problemas. (conheça aqui a história do Cachorro que adotei e cuidou da nossa empresa por 2 anos antes de falecer).
4. O mesmo cuidado vale para quem tem crianças em casa. Muito cuidado com a apresentação do cachorro para o seu filho. Todo cautela é pouca, não sabemos o histórico do animal que estamos adotando. É comum animais de rua terem medo de crianças e o medo pode levar a qualquer tipo de comportamento agressivo em autodefesa. Infelizmente muitas crianças ainda não educadas completamente por seus pais exercem a crueldade humana contra animais de rua e isso pode causar traumas nos cães que adotamos.
5. Ofereça muito amor, mas lembre-se de que o tempo ruim da vida dele já acabou no momento que encontrou sua família. Deixe o passado para trás, o cachorro certamente fará isso ao receber o carinho que sua família tem para receber. Muitas famílias que adotam cães que sofreram abusos acabam não oferecendo limites em forma de educação. Cães mal educados tendem a ter problemas de comportamento e desenvolverem distúrbios de ansiedade bem graves. Portanto, leia sobre educação e adestramento de cachorros, ensine o novo membro da família todas as normas da casa e tenham uma convivência harmônica por muitos anos.
Existem muitas considerações que devemos fazer quando pensamos em adotar cães. Devemos estudar bastante nossas possibilidades de dar atenção, afeto e uma boa vida para o animal. O principal é lembrarmos que os animais que adotamos serão eternamente gratos por terem um novo lar e afeto da sua família.


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