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Postado em 09 de Janeiro às 08h42

Cão idoso: 10 sinais de que a velhice chegou para seu pet

Notícias (15)
Trupe da Kuki Clínica Veterinária Falha nos sentidos, diminuição da vivacidade e problemas urinários então entre os problemas decorrentes da velhice A velhice chega para todos, inclusive para os animais. Nesta...
Falha nos sentidos, diminuição da vivacidade e problemas urinários então entre os problemas decorrentes da velhice
A velhice chega para todos, inclusive para os animais. Nesta época da vida tudo fica mais difícil, afinal a energia e disposição diminuem, a visão e audição começam a falhar, doenças atingem mais facilmente, entre outros. E, para quem é dono de um cão idoso, é preciso ficar atento a essa mudanças para saber como cuidar do pet. 

No entanto, alguns donos podem se perguntar: como sei que meu cão envelheceu? A idade nem sempre é um bom medidor, pois as raças tem expectativas de vida diferentes. Então, um bom jeito de descobrir é notar os sinais que aparecem por causa da idade. Conhecê-los irá ajudar a entender seu  cão idoso e saber como proceder em relação aos cuidados.

1. Aparecimento de problemas urinários
Assim como acontece entre os humanos, a bexiga uma hora deixa de funcionar corretamente. Ela não consegue mais segurar a urina por muito tempo e é preciso ir ao banheiro com maior frequência. No entanto, no caso dos cães idosos, a situação fica ainda mais complicada, pois eles podem não conseguir segurar o xixi e acabar soltando-o dentro de casa. Não devemos brigar por isso e nem castigá-lo, apenas limpe o local quando o pet não estiver vendo. Os donos precisarão se acostumar com esta situação, porque ela possivelmente acontecerá mais vezes. 

2. Alterações na pele
O cães não ficam com a pele flácida e caída como os humanos, mas apresentam outros sinais na pele de que a velhice chegou. O mais comum são o aparecimentos de pelos brancos, calos nas patas e problemas nas almofadinhas. Fique atento a isto, pois deve ser relatado ao veterinário sempre que visitá-lo e assim descobrir se o cão precisa de tratamento. 
Veja também:  

3. Surgimento de cárie e tártaro
Qualquer dentição não tratada irá dar problema algum dia e o mesmo vale para os cães. É por isso que, ao longo da vida, os donos devem dar atenção à saúde bucal do pet. Procure limpar os dentes regularmente e de vez em quando oferecer snacks de higiene bucal. É bem importante cuidar dos dentes do animal, assim ele chega na velhice sem grandes problemas. 

4. Mudança de peso
Mudanças de peso na velhice é algo comum, pois o metabolismo funciona com menor potência e a disposição para gastar energia diminui. Mas, é imprescindível evitar a obesidade a todo o custo, uma vez que isso irá repercurtir no aparecimento de algumas doenças. Dessa forma, para tentar manter o peso ideal, é importante mudar a ração para uma sênior, que é focada nas necessidades de um cão idoso. Não se esqueça de consultar o veterinário e um vendedor de confiança antes de trocar a alimentação. 

5. Aparecimento de tumores
É difícil evitar o aparecimento de tumores, uma vez que é algo habitual em cães de idade avançada. Por este motivo é tão importante a visita regular ao veterinário. Apenas ele poderá dizer se o tumor é benigno ou maligno, indicando assim o tratamento adequado. Problemas como este devem ser tratados o mais rápido possível para evitar algo muito pior. 

6. Mal funcionamento dos sentidos
Dificuldades para ouvir e enxergar é bastante comum tanto nos humanos quanto nos cães. Em situações mais graves, podem até apresentar cegueira e surdez. Então, em idade avançada, os donos devem ter paciência e cuidar com mais carinho do pet. Nessa época, evite trocar os pertences do animal de lugar, assim ele não fica confuso ao andar pela casa. 

7. Desenvolvimento de doenças degenerativas
Dentre as doenças degenerativas que atingem os cães idosos, as mais comuns são displasia de quadril, displasia de cotovelo, artrose e osteoporose. Os tutores devem recorrer ao veterinário para saber como proceder e quais são os remédios certos. Além disso, é também importante oferecer um local confortável para relaxar e dar muito amor e carinho. 
Além dessas doenças, os cães também são suscetíveis a problemas neurodegenerativos, como o alzheimer. Tudo ficará mais difícil neste caso, pois o comportamento do animal muda radicalmente. Dessa forma, os cuidados precisam aumentar, assim como a paciência e o carinho.

8. Aumento do cansaço e sonolência
É comum que pets em idade avançada fiquem mais cansados e sonolentos, precisando de maior tempo de descanso. Deixe-o dormir tranquilamente para repor suas energias. Além disso, lembre-se de não forçar o animal a realizar exercícios, já que isso pode originar danos nos músculos e ossos. 

9. Mudança no caráter
Um cão idoso se torna muito mais carinhoso e amoroso. Por causa da diminuição na disposição, ele fica mais tranquilo e sereno, então o carinho pelo dono aumenta muito. É possível notar que o cão pedirá mais afago e suas lambidas ficarão mais delicadas. A energia e vivacidade pode ir embora, mas a felicidade permanece. 

10. Aumento da dependência
Por causa de todas as dificuldades trazidas pela velhice, a indepência de um cão jovem se esvai. O pet começa a ficar mais dependente da família em todos os sentidos, então deve-se apoiá-lo, dar muito amor e propor um lar com bastante conforto e segurança. 





Postado em 06 de Novembro de 2017 às 08h12

Cinco considerações ao adotar um cachorro de rua

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Trupe da Kuki Clínica Veterinária A adoção de cachorros de rua vem tomando proporções muito maiores do que tinha há alguns anos. O que pouca gente sabe e considera é que muitos dos cachorros...

A adoção de cachorros de rua vem tomando proporções muito maiores do que tinha há alguns anos. O que pouca gente sabe e considera é que muitos dos cachorros que estão para a adoção são animais de raça. Existem todos os tipos de traumas que podem estar associados aos cães que adotamos, lidar com isso é sempre um desafio, mas o resultado é sempre surpreendente.
Um dia comprado direto de um criador de cães e no outro, pela falta de tato da família que o comprou e talvez por algum problema de comportamento que o animal tinha, acabou nas ruas ou em algum abrigo. Outra situação comum é o proprietário de uma cadela não castrá-la. O cio chega, o cachorro do vizinho, da rua ou mesmo o seu próprio companheiro faz de tudo para poder namorar a fêmea que está pronta para conceber filhotes, um tempo depois a barriga dela começa a crescer e depois ela dá a luz a alguns filhotes. O proprietário que já não era muito cuidadoso com sua fêmea e nem tinha castrado o animal, resolve infringir a lei e soltar os filhotes na rua. Existem também os cães que já nasceram nas ruas e conseguiram chegar à idade reprodutiva sem que nunca alguém tenha tido cuidado com eles.
As situações acima são infelizmente comuns e guardam em si um ponto em comum: animais sofrendo.
Antigamente a carrocinha passava para pegar os cães que viviam nas ruas e os levava para serem abatidos. Surgiram as SUIPAS que também pega os animais, mas cuidam deles para que possam ter a chance de serem adotados. E sempre houve as pessoas que carinhosamente adotaram um animal de rua que precisava de ajuda.
Minha empresa tem um jargão que utilizamos nas fotografias dos cães e gatos adotados que temos: “Adotar faz bem ao coração de todos”. E esse slogan é verdadeiro. Quando adotamos um cachorro que estava precisando de nossa ajuda nos sentimos felizes por estar ajudando, os animais sentem-se queridos pela primeira vez na vida e as instituições que cuidam deles sentem-se aliviadas por terem feito um bom trabalho de lar temporário.
No entanto, existem outros fatos que devem ser analisados:
1. A taxa de reincidência de abandono é muito alta quando a adoção não é feita de forma consciente. Famílias apaixonam-se por filhotes de cães e esquecem que esses pequenos animais necessitam de ensinamentos, treinamentos, adestramentos diários. Quando percebem que o filhote tem o hábito de roer móveis, fazem suas necessidades no lugar errado (veja 5 dicas para solucionar esse problema se estiver passando por isso), ou começam brincar de morder a mão, muitos desses filhotes são devolvidos aos abrigos ou abandonados nas ruas. Lembre-se de que um filhote demanda muito tempo e energia para aprender conviver com a nova família humana.
2. Adotar um cachorro mais velho pode ser a melhor opção para uma pessoa idosa em um abrigo. Cães mais velhos são, em via de regra, mais tranquilos que filhotes. Já passaram por fases de mordedura e pulos de felicidade. Os cachorros mais velhos que viviam nas ruas infelizmente já passaram por situações muito difíceis envolvendo seres humanos e quando encontram uma pessoa que oferece amor a eles certamente sentem-se muito agradecidos.
3. Se você tem outros animais em casa cuidado ao levar um novo cachorro de rua ou de um abrigo. Primeiramente você deve levar o animal para um veterinário para fazer todos os exames, tomar todas as vacinas, e só então deve entrar em contato com o animal que você tem em casa. Tente conversar com o dono do abrigo sobre a índole do cachorro em relação a outros animais, mas lembre-se que situações diferentes significam comportamentos diferentes dos mesmos animais. Deixe seu cachorro cheirar o novo companheiro, faça carinho no que já habita a casa, dê petiscos para ele, isso evita ciúme e vai reforçando a hierarquia entre os dois. Faça isso tudo através de grades ou com ambos os animais na coleira; segurança é muito importante para evitar problemas. (conheça aqui a história do Cachorro que adotei e cuidou da nossa empresa por 2 anos antes de falecer).
4. O mesmo cuidado vale para quem tem crianças em casa. Muito cuidado com a apresentação do cachorro para o seu filho. Todo cautela é pouca, não sabemos o histórico do animal que estamos adotando. É comum animais de rua terem medo de crianças e o medo pode levar a qualquer tipo de comportamento agressivo em autodefesa. Infelizmente muitas crianças ainda não educadas completamente por seus pais exercem a crueldade humana contra animais de rua e isso pode causar traumas nos cães que adotamos.
5. Ofereça muito amor, mas lembre-se de que o tempo ruim da vida dele já acabou no momento que encontrou sua família. Deixe o passado para trás, o cachorro certamente fará isso ao receber o carinho que sua família tem para receber. Muitas famílias que adotam cães que sofreram abusos acabam não oferecendo limites em forma de educação. Cães mal educados tendem a ter problemas de comportamento e desenvolverem distúrbios de ansiedade bem graves. Portanto, leia sobre educação e adestramento de cachorros, ensine o novo membro da família todas as normas da casa e tenham uma convivência harmônica por muitos anos.
Existem muitas considerações que devemos fazer quando pensamos em adotar cães. Devemos estudar bastante nossas possibilidades de dar atenção, afeto e uma boa vida para o animal. O principal é lembrarmos que os animais que adotamos serão eternamente gratos por terem um novo lar e afeto da sua família.


Postado em 26 de Outubro de 2017 às 08h17

Como administrar vitaminas para gatos

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Trupe da Kuki Clínica Veterinária Apesar da carência de vitaminas em gatos ser rara hoje em dia, ela ainda pode acontecer. Nesse caso, é preciso se preparar, pois dar vitaminas para gatos não é tão fácil...

Apesar da carência de vitaminas em gatos ser rara hoje em dia, ela ainda pode acontecer. Nesse caso, é preciso se preparar, pois dar vitaminas para gatos não é tão fácil quanto parece e deve se prestar um cuidado extra para que a suplementação não seja exagerada. Veja como identificar a necessidade de dar vitaminas para gatos.

Diagnósticos
O problema com ver carência de vitaminas é que cada falta de uma vitamina específica causa um sintoma diferente. É por isso que os exames laboratoriais são importantes. Os exames gerais por si já devem apontar as necessidades das vitaminas para gatos e o tamanho da deficiência.

“O ideal é dar uma ração super premium e visitar o veterinário pelo menos 1 vez ao ano”, afirma o médico veterinário José Mourinho.

Suplementação
Uma vez que a carência vitamínica for diagnosticada, a suplementação deve ser iniciada imediatamente.

No entanto, é preciso prestar atenção: esse processo deve ser orientado por um veterinário e seguido estritamente. Isso porque o excesso de vitaminas também traz problemas graves.

Algumas vitaminas devem ser dadas isoladamente e outras podem ser oferecidas aos gatos em complexos vitamínicos.

Importância das vitaminas para gatos
Os multivitamínicos são mais usados em quadros de dieta inadequada ou animais que comem dieta caseira. Doenças como carência de taurina ou cobalamina devem ser suplementadas de uma forma mais específica do que complexos vitamínicos.

Algumas doenças, por falta de vitaminas, são muito graves e podem chegar a matar o seu miau. Por isso, o acompanhamento médico e uma dieta de qualidade são fundamentais.

“A melhora com a suplementação normalmente é vista com a diminuição dos sintomas e nos exames laboratoriais


Postado em 29 de Agosto de 2017 às 08h39

Leishmaniose: seu cachorro pode estar contaminado sem você saber

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Trupe da Kuki Clínica Veterinária A Leishmaniose é uma das doenças que mais afeta os cães no Brasil. Transmitida pela picada de mosquitos, a enfermidade pode causar problemas dermatológicos (perda de pelos...
A Leishmaniose é uma das doenças que mais afeta os cães no Brasil. Transmitida pela picada de mosquitos, a enfermidade pode causar problemas dermatológicos (perda de pelos em focinho, orelhas e região dos olhos), crescimento anormal das unhas, emagrecimento progressivo, anorexia, e dependendo das complicações e da evolução do quadro, o animal pode morrer. Muitas vezes, o cão está doente e o proprietário não percebe. Já há tratamento, porém a prevenção ainda é a melhor opção. Se prepare que vem textão!
Classificada entre as seis endemias prioritárias no mundo – segundo o Ministério da Saúde -, acometendo principalmente cães, gatos e humanos, a Leishmaniose é desconhecida por muitas pessoas. Os números da doença – segundo o Ministério da Saúde – revelam o impacto dela no Brasil: 90% dos casos da Leishmaniose Visceral Canina na América Latina acontecem no Brasil. Entre o ano de 2009 e 2013, 18 mil casos foram confirmados em humanos. A doença vem ganhando a atenção de todos, pois os casos estão aumentando a cada ano, assim como a taxa de mortalidade de cães e humanos.
A transmissão da Leishmaniose Visceral Canina ocorre pela picada das fêmeas infectadas do Lutzomyia longipalpis, conhecido como “mosquito-palha” ou “mosquito pólvora”. Primeiro o inseto infectado (vetor) pica o cão infectado (ou outros hospedeiros vertebrados, como gato, gambá, cavalo) e ingere a leishmania em sua forma amastigotas, que está presente no animal contaminado. Esta transforma-se dentro do intestino do vetor em promastigota, que é a forma infectante. Essa nova forma, através da picada do vetor irá infectar humanos e novos animais, destruindo seu sistema imunológico.

Algumas pessoas ainda acreditam que o cão pode transmitir a doença diretamente para o humano, mas isso é um mito. Mordidas, lambidas, arranhões e contato físico não passam leishmaniose de cães infectados para humanos. É necessário o inseto, para que possa haver a transmissão e transformação do parasita.

O grande problema desta enfermidade é a negligência. É tida como doença dos mais pobres e subnutridos, pois falecem aqueles que estão imunossuprimidos (com sistema imunológico fraco). Além disso, essa doença era mais comum em regiões afastadas dos grandes centros.
Segundo Fábio dos Santos Nogueira, médico veterinário, mestre e doutor em leishnmaniose, e professor da fundação educacional de Andradina, conhecida também como Calazar, a doença ficou restrita na década de 60, 70 e 80 ao nordeste. Em 1998, acorreu o primeiro caso em Araçatuba e se alastrou para todo sudeste e sul. O pior lugar ainda é Fortaleza.
Diferentemente do Aedes Aegypti (transmissor da dengue, zika e chikungunya), o vetor da leishmaniose não é um mosquito, pois não coloca o ovo em água parada. O díptero vetor da leishamania coloca seus ovos em matéria orgânica e escuro. Quintal com restos de frutas e folhas é o ambiente ideal para a reprodução do transmissor. Por isso, era muito conhecida em meio rural e silvestres. Porém, com a construção das estradas e o desmatamento, nós, humanos, trouxemos o inseto para a cidade. Ele se adaptou à vida urbana e está localizado em todas as regiões no brasil, de norte a sul e de leste a oeste. Inclusive pode estar rondando a sua casa agora.
Será que seu cão está contaminado?


Segundo o Professor Nogueira, 60% dos animais são infectados, mas não têm os sintomas. A doença pode ficar incubada de 3 meses a 6 anos. “O proprietário só leva à clínica quando já tem sintomas. Muitas vezes, por falta de informação o veterinário acaba indicando a eutanásia do animal” aponta.

Em 2015, foram 40 mil cães sacrificados com leishmaniose. Fora os outros animais não diagnosticados e os tratados. Por não ser uma doença de notificação compulsória, ou seja, o veterinário não tem obrigação de notificar órgãos de saúde, o número exato de cães com a doença não existe.
A primeira coisa a fazer é levar o seu peludo ao veterinário e solicitar um exame específico para diagnóstico da leishmaniose. Se o resultado for negativo, devemos partir imediatamente para a prevenção. Se for positivo, o tratamento deve ser iniciado e mantido para o resto da vida.
Prevenção


Repelentes em coleira são os mais indicados pelos veterinários. Basicamente são duas marcas que lideram o mercado: Scalibor e Seresto.

A deltametrina é o repelente recomendado pela Organização Mundial da Saúde para impedir o contato dos cães com o mosquito transmissor da leishmaniose visceral. Ela é recomendada mundialmente pelos principais especialistas das mais renomadas instituições de saúde.
Esta recomendação, segundo Andrei Nascimento, gerente técnico da unidade de negócios pet da MSD Saúde Animal, não se deu apenas pelo ingrediente ativo. Há uma grande quantidade de trabalhos científicos independentes publicados em diferentes condições de desafio, que mostravam bons resultados. Reduzindo, assim, não só a infecção nos animais, mas também nos seres humanos que conviviam com eles.
Todas as coleiras disponíveis no mercado, destinados à prevenção da leishmaniose, usam repelentes da mesma família de inseticidas (piretroides). Mas Andrei ressalta: “Além de um ingrediente ativo realmente eficiente, a coleira deva conter um sistema de liberação, que mantenha concentrações efetivas do ingrediente ativo durante todo o tempo”.
O que dificulta é o alto valor dessas coleiras no mercado. Para um cão de pequeno porte, a coleira pode custar até R$ 200,00.
Andrei justifica que a percepção de preço alto perde força quando diluído o custo pelo tempo de proteção. E sugere: “Alternativamente, as políticas de saúde do governo poderiam contemplar a incidência de taxas menores de impostos sobre esses produtos e a doação das mesmas nas áreas classificadas como de transmissão intensa”.
Sobre Scalibor, Andrei afirma que em estudos de segurança efetuados com a coleira e com o seu princípio ativo, comprovou-se que estes são altamente seguros para os cães e para a família. “O produto não tem cheiro, mantém o cão protegido por quatro meses, é resistente à água e auxilia no controle de carrapatos, pulgas e moscas. Porém, reações alérgicas, apesar de raras, são passíveis de acontecer com qualquer medicamento ou produto de uso veterinário ou humanocompleta.
Caso o seu peludo apresente alguma reação ao produto, a indicação é remover a coleira por uma semana e recolocá-la novamente. “Os dados de farmacovigilância apontam que alguns animais apresentam esta intolerância apenas no primeiro contato. E não esquecer de, sempre que for utilizar algum produto ou medicamento no animal, consultar antes o médico-veterinário” alerta Andrei.

Com outra tecnologia, a coleira Seresto libera ativos na pele e no pelo de cães e gatos para o controle de pulgas e carrapatos e prevenção contra Leishmaniose, por até oito meses. A coleira é ajustável com trava de segurança, sem cheiro e resistente à água, liberando doses continuamente. Disponível em tamanho P (para animais até 8kg) e G (para animais com mais de 8kg).

Ana Lucia Rivera, gerente de marketing da Saúde Animal da Bayer, reforça que prevenir é o caminho mais simples e efetivo para garantir a saúde e bem-estar de todos. “Dentre os métodos disponíveis para a prevenção, o uso de inseticidas e repelentes no animal é a forma mais eficaz para evitar a transmissão aos humanos” lembra.
Vacina


Para proteger os cães, a Ceva Saúde Animal desenvolveu em parceria com a Universidade Federal do Estado de Minas Gerais (UFMG), a Leish-tec, única vacina recombinante do mercado contra a Leishmaniose.

A vacina foi desenvolvida a partir da proteína A2, classificada como um dos melhores antígenos capazes de induzir resposta imune celular, porque é específica e protetora contra a Leishmania.
Presente no mercado há 10 anos, a vacina passou por uma série de estudos. “ Os estudos mostram que a Leish-Tec induz resposta protetora em 96,41% dos cães vacinados. Além disso, os animais vacinados apresentam anticorpos anti-A2, demonstrando um alto nível de proteção individua e redução dos efeitos colaterais”, informa Diretor da Unidade de Negócios Pet da Ceva, Leonardo Brandão.
A vacina é recomendada para cães a partir de 4 meses de idade, clinicamente sadios e sorologicamente negativos contra a Leishmaniose. “O animal deve ser vacinado com três doses em intervalos de 21 dias e a revacinação é anual”, finaliza Brandão.
A vacinação dos cães é uma ferramenta importante na luta contra a leishmaniose. Devemos lembrar que além da vacinação, a proteção dos cães com um produto tópico repelente contra mosquitos é de suma importância para manter esses vetores afastados.
Tratamento em cães


Até então, cães acometidos pela doença eram indicados à eutanásia, pois são hospedeiros do vetor. É uma doença que leva ao óbito em até 90% dos casos não tratados.

Acontece que os Ministério da Agricultura e da Saúde aprovaram a comercialização no Brasil de um medicamento para tratamento da Leishmaniose Visceral Canina (não pode usar em humanos): o Milteforan, já disponível no mercado.
A veterinária e gerente técnica da Virbac, Fabiana Zerbini, esclarece que com o uso da medicação, o cão poderá obter a cura clínica e epidemiológica. Porém, apesar de reduzir significativamente a quantidade de parasitas e o cão deixar de ser transmissor da doença, a leishmania permanecerá em seu organismo. “Por esse motivo é muito importante o acompanhamento e monitoramento do animal por um médico veterinário com exames clínicos e laboratoriais. Além da repetição do tratamento, a fim de manter os níveis baixos da quantidade de parasitas” complementa.
Márcio Dentello Lustoza, diretor de assuntos regulatórios e desenvolvimento da Virbac, relembra que, embora o tratamento reduza significativamente a carga parasitária e melhore a condição clínica do animal, ele não elimina totalmente a Leishmania. Por esse motivo, deve ser realizado uso contínuo de produtos de ação repelente, além do acompanhamento periódico.
Para diminuir a quantidade de eutanásia, que era o recomendado até então, a empresa vem realizando uma série de ações interativas, através de ciclos de treinamento e educação continuada para os médicos veterinários, inclusive, com a utilização de plataformas online. Assim, todos os veterinários podem conhecer sobre esse novo passo na guerra contra a Leishmaniose, que é a aprovação e legalização do tratamento no Brasil.
Fabiana ressalta: “O tratamento dos cães é apenas uma dentro de um conjunto de outras medidas necessárias para a prevenção. A medida mais eficiente continua sendo o combate ao mosquito, impedindo-o de se multiplicar e de picar animais e humanos, através da utilização de repelentes”.
Se a situação já não fosse grave o bastante, estudos recentes apontam que provavelmente existe outro vetor, novos insetos transmitindo a leishmaniose. Em fatos raros, pulgas e carrapatos já transmitem a doença. O que você está esperando?! Leve seu peludo o quanto antes ao médico veterinário e comece já a prevenir essa doença, tida como umas das cinco piores do mundo.

 

 

 

 

 


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