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Postado em 30 de Outubro de 2017 às 09h13

Como cuidar de um gato cego

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Trupe da Kuki Clínica Veterinária Adotar por si só já é um gesto de amor. No entanto, nem todos tem a coragem, o tempo e a disposição de adotar um bichinho que tenha problemas mais sérios. Isso porque...
Adotar por si só já é um gesto de amor. No entanto, nem todos tem a coragem, o tempo e a disposição de adotar um bichinho que tenha problemas mais sérios. Isso porque eles vão exigir mais de nós. Mas existem sim os que se dispõe a esses cuidados extras. E quais são eles? Veja a seguir como cuidar de um gato cego.
Cuidados na casa
A primeira coisa na hora de pensar em adotar um gato cego é como preparar sua casa para recebê-lo. O ambiente precisa ser seguro.
“Precisa ser um ambiente onde o gato não vai se prender em algum lugar ou cair dentro de algum lugar ou até mesmo cair”, alerta o médico veterinário José Mourinho. Ele pede atenção para casas com lugares muito altos – como armários e escadas.
O lugar precisa ser o mais plano possível, para impedir que o gato suba ou desça muito. Além disso, prestar atenção em coisas deixadas em cima de lugares como mesas e aparadores.
Cuidados médicos com um gato cego
Na hora de levar seu gato cego no veterinário, é preciso saber primeiramente qual o motivo da cegueira. Além disso você deve procurar se informar se ela é reversível ou não, se há algum tipo de medicamento para isso.
Um gato adulto deve ser levado ao veterinário duas vezes ao ano e isso não muda no caso do gato ser cego, a não ser que a causa seja concomitante a outra doença, como por exemplo, um gato que tem catarata porque é diabético ou um que perdeu os olhos devido a um tumor.
Alimentação
É preciso ter muito cuidado para deixar a água e a comida de fácil acesso ao gato cego. Isso porque o miau vai ter um sentido a menos para procurá-la. Além disso, é uma boa alternativa colocar mais de uma fonte, mais de um pote de comida e água pela casa.
É necessário lembrar que não é uma boa ideia trocar os potes de lugar, uma vez que o gato cego acaba usando a memória para atender suas necessidades.
O veterinário José Mourinho chama atenção para o método de usar estímulos para os outros sentidos também. “Ao trocar o pote de comida usar algum cliquer ou algum barulho. Ou alguns alimentos com cheiro um pouco mais fortes, como enlatados”.

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